terça-feira, 19 de abril de 2005

Do provincianismo. Ou melhor, do absoluto ridículo

Fátima Campos Ferreira, na RTP, rejubila com o novo papa. Porquê? Não pelas qualidades (?), ideias ou características do homem. Não pelo futuro que ele trará à igreja católica. Não pelo ecumenismo ou falta dele. Nada disso. Pelos insignes laços que o unem à nossa magnífica pátria: "o papa gosta de vinho do Porto", diz, de olhinhos brilhantes e sorriso nos lábios. É oficial: o papa gosta de vinho do Porto. Estamos no centro do mundo. Viva nós.

Haja pachorra!

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