terça-feira, 11 de julho de 2006

Que se lixem Sagres e Faro

Anda um gajo, suor a escorrer pela testa, preocupado com a incongruência de ter nas previsões da meteorologia temperaturas que não sente. Anda um tipo convencido que que tem de certeza o termostato avariado, só pode, porque não será verdade de que a temperatura real no ar que o rodeia só pode ser a média aritmética das temperaturas observadas em Sagres e em Faro? Anda um tipo, enfim, preocupado, hipocondríaco, já a pensar que anda a beber água a mais, ou a menos, ou a não fazer praia que chegue, maldito o trabalho que não mostra vontade de ter fim e malditas as doenças na família que não parecem ter vontade de acabar.

Quando afinal, o IM é que sabe, e o que o IM sabe é diferente do que diz o senso comum. Afinal, a média aritmética não é para aqui chamada. Afinal Sagres é Sagres, Faro é Faro e o que fica no meio é o que fica no meio, vasos separados, só parcialmente comunicantes. Afinal sempre é verdade que está mesmo mais calor do que os 23 graus com pozinhos que Faro e Sagres apresentam. Afinal estão mais de 27. Ah, bom. Assim já se conversa.

Deixem-me cá ir abrir mais uma janela para ver se faz corrente de ar.

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