segunda-feira, 1 de março de 2010

Lido: A Estátua

Continuo a ter bastante dificuldade em falar sobre os textos de António Eça de Queiroz. Este, A Estátua, pode ser que seja um conto. Mas também pode ser que não. Pode ser parte de um romance em mosaicos, ou de algo mais estranho. Confesso que ainda não percebi. A Estátua começa como uma reflexão umbiguista, que é interrompida por um sonho apropriadamente onírico sobre um miúdo que desenha coisas. E é só. Está bem escrito, mas como conto não é nada.

Também ainda não percebi se gosto ou não; pode ser que com a continuação da leitura isto comece a fazer sentido. Para já, estou apenas confuso.

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