terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Lido: O Comboio Fantasma

O Comboio Fantasma (bib.) é mais um dos contos a que Steven Bauer adapta histórias de outros criadores. Desta feita, o criador é um outro Steven mais famoso, Spielberg de apelido, que imagina uma situação em que um velhote, que se salvou de um desastre ferroviário muitas décadas antes, regressa ao local onde o desastre sucedeu. Mas encontra-o mudado. Por onde outrora passava a linha de caminho de ferro, entre searas, no presente há apenas searas e a casa da quinta que, por desígnio ou coincidência, foi erigida precisamente no local por onde passavam os carris. O conto é bastante previsível e aposto que muitos dos que lerem estas linhas já estão a ver onde vai dar. Sim, o velhote está convencido de que o comboio que não o levara décadas antes irá agora voltar, feito fantasma, para o vir buscar, e esforça-se por convencer a família a sair-lhe do caminho. E o resto é mais ou menos o que imaginam, sim.

Apesar de tão previsível, não me pareceu um mau conto. Ou pelo menos não o seria se não estivesse tão mal traduzido.

Contos anteriores deste livro:

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