segunda-feira, 22 de abril de 2013

Argos 2013

Muitos de vós provavelmente não saberão disto, mas existe um prémio literário de ficção especulativa (ficção científica e géneros afins, se o termo vos confunde) em língua portuguesa. Chama-se Argos, é atribuído pelo Clube de Leitores de Ficção Científica, no Brasil, e destina-se a premiar as melhores obras do ano anterior escritas em língua portuguesa.

Sim, isso mesmo: inclui não só as brasileiras, mas também as portuguesas. E as angolanas, moçambicanas, guineenses, etc., etc., se as houver e delas chegar aos votantes sinal.

Os premiados são escolhidos pelos sócios do CLFC, o que causa um natural enviesamento visto que a esmagadora maioria dos sócios do CLFC é brasileira. Mas nem todos o são: o clube não impõe restrições de nacionalidade a quem quiser fazer-se sócio, portanto o material do lado de cá não é totalmente destituído de possibilidades.

O prémio é atribuído em duas categorias: ficção curta e ficção longa. Ou seja: contos (o que vai do mini-conto à novela) e romances.

O ano passado não foi muito prolífico em termos de publicação de material meu. As ficções muito curtas têm dificuldades em impor-se neste tipo de prémio, e a maioria do que publiquei integra-se nessa categoria. Além disso, as exceções estão, na minha opinião abalizada, algo abaixo do meu melhor: Uma História Verdadeira, Segundo Quem a Contou e Quem Quer ser Super-Herói? Mas se acharem que alguma destas histórias vale o vosso voto, não serei eu que vos irei demover.

Relativamente a obras alheias que publiquei, há mais algumas histórias com dimensão para poderem, eventualmente, ter alguma possibilidade de entrar na competição. Eis a lista:

Decepções da Paternidade, de Miguel Hernâni Guimarães;
Variável da Imponderabilidade, de Tibor Moricz;
O Pacto Macabro da Velha Antonha, de Afonso Luiz Pereira;
A Rapariga de Areia, de G. B. Nunes;
Terra Brasilis, de Gerson Lodi-Ribeiro.

Se acharem que alguma (ou várias, quiçá) destas histórias vale o vosso voto, não se façam rogados. E se não sabem porque ainda não as leram, estão à espera de quê?

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