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segunda-feira, 24 de junho de 2019
Comecei a fazer isto e agora vou precisar de ajuda
Ora bem, se forem ao Bibliowiki, mais especificamente a esta página, verão o que esta imagem aqui por cima retrata: o início de algo que me parece bastante útil, uma forma rápida para se ver quem são e o que fizeram e quando as pessoas ligadas à FC em Portugal. Um Quem É Quem. Para já é só à FC, e em Portugal, porque é aquilo que eu conheço melhor. E mesmo assim já vi que vou precisar da vossa ajuda.
Comecei por mim, porque sei exatamente o que fiz e quase exatamente quando, não precisando, portanto, de fazer nenhuma investigação prévia, mas já aí, e apesar disso, deparei com dificuldades. É que quis, por me parecer particularmente útil, dividir a atividade de cada pessoa em várias capacidades e em três graus: esporádica, regular e intensa. Mas... como separar umas das outras? Que critérios usar para que o esquema fique razoavelmente rigoroso?
OK, é certo que a atividade de tradutor costuma ser bem separada da de autor (e quando não é, nas adaptações, sempre tenho posto no Bibliowiki os adaptadores como coautores, portanto faz sentido continuar a fazê-lo), mas quando se chega a coisas como "ensaísta" ou "divulgador" começam a aparecer áreas cinzentas. E há sempre áreas cinzentas nos graus de atividade. Como diferenciar uma atividade regular de uma intensa? Uma esporádica de uma regular? Com que critérios, que terão forçosamente de ser diferentes para as várias atividades?
E mais tarde haverá outro problema. Para já, a preocupação básica foi arranjar gente ativa nas vertentes de que me lembrei (e poderá vir a haver outras? Eis mais uma dúvida) e autores que me permitissem esticar desde o início a tabela até à sua dimensão máxima (ou quase) porque estar a fazê-lo mais tarde implica muito mais trabalho, mas estas tabelas não são para toda a gente, e mais tarde ou mais cedo confrontar-me-ei com uma decisão sobre que nível de presença de cada indivíduo no género, tanto quantitativo como qualitativo (?), é necessário e suficiente para ele ser aqui incluído. De momento confesso que não faço a mais pequena ideia.
Preciso, portanto, de opiniões. Fundamentadas, de preferência, para ter bases mais sólidas para pesar os prós e os contras de cada uma.
sábado, 17 de dezembro de 2016
O Bibliowiki está de cara lavada
Ó pra ele aqui, tão renovadinho:
Ao fim de dez anos de existência, e para comemorar a primeira década, o Bibliowiki acabou de receber uma reformulação geral da sua página inicial com o objetivo de a tornar mais prática e atraente. A história, que não é tão linear como pode parecer, está contada no blogue do projeto, e as opiniões dos utilizadores são bem-vindas.
De todos os projetos que eu fui desenvolvendo na web ao longo dos anos, este é claramente o melhor. Mesmo estando ainda longe de ser o que eu gostaria que fosse.
Se o ótimo é inalcançável, o chegarmos ao bom já não é mau.
Ao fim de dez anos de existência, e para comemorar a primeira década, o Bibliowiki acabou de receber uma reformulação geral da sua página inicial com o objetivo de a tornar mais prática e atraente. A história, que não é tão linear como pode parecer, está contada no blogue do projeto, e as opiniões dos utilizadores são bem-vindas.
De todos os projetos que eu fui desenvolvendo na web ao longo dos anos, este é claramente o melhor. Mesmo estando ainda longe de ser o que eu gostaria que fosse.
Se o ótimo é inalcançável, o chegarmos ao bom já não é mau.
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Novo projeto - Fantástico Algarve
Cheguei a uma conclusão existencial: não sei ficar quieto. Pior: quando me vem uma ideia ela leva-me a chatear, e a chatear, e a chatear, até que a ponha em prática. Portanto, olhem, aqui está mais uma, o Fantástico Algarve:
Trata-se, desta vez, de um site bibliográfico algo especial, porque se destina a reunir sob um mesmo teto toda a produção fantástica que eu consiga encontrar vinda de autores nascidos ou radicados no Algarve. O objetivo último é tentar uma aproximação a uma resposta à pergunta feita no cabeçalho, mas isso é coisa de longo prazo. Até porque este projeto deverá avançar lentamente e manter-se parado durante períodos razoavelmente longos. E estará, claro, sempre incompleto.
Este é, de certa forma, um projeto derivado do Bibliowiki, e foi em parte criado com o objetivo de contribuir para o próprio Bibliowiki, numa retroalimentação circular que se espera produtiva.
Depara desde logo com um problema: a informação biográfica disponível sobre os autores lusófonos em geral e portugueses em particular é quase sempre bem mais escassa do que a dos seus congéneres estrangeiros, sobretudo dos americanos. Como consequência, procurando neste momento por "Algarve" na base de dados do Bibliowiki, chega-se a apenas 18 pessoas e, entre estas, só 10 são autores de ficção (os restantes são tradutores, ilustradores, autores de não-ficção, etc.). Em parte, isto deve-se a não contar com os radicados, em parte deve-se a lacunas na informação do Bibliowiki, que ainda tem bastantes autores e obras em falta, mas, mesmo assim, entre os autores já presentes no wiki e que não dispõem de nenhuma informação biográfica, e são muitos, deve haver certamente algumas dezenas com relação com o Algarve.
Parte do objetivo do Fantástico Algarve é, pois, suprir essas lacunas. A outra parte é identificar mais rapidamente o conjunto de obras fantásticas (em sentido amplo, englobando o fantástico propriamente dito, o maravilhoso, a ficção científica, o horror, a fantasia, o surrealismo, etc.) produzidas, total ou parcialmente, por estas pessoas. E com o tempo, talvez seja possível encontrar o que há (ou não) de Algarve nelas.
Trata-se, desta vez, de um site bibliográfico algo especial, porque se destina a reunir sob um mesmo teto toda a produção fantástica que eu consiga encontrar vinda de autores nascidos ou radicados no Algarve. O objetivo último é tentar uma aproximação a uma resposta à pergunta feita no cabeçalho, mas isso é coisa de longo prazo. Até porque este projeto deverá avançar lentamente e manter-se parado durante períodos razoavelmente longos. E estará, claro, sempre incompleto.
Este é, de certa forma, um projeto derivado do Bibliowiki, e foi em parte criado com o objetivo de contribuir para o próprio Bibliowiki, numa retroalimentação circular que se espera produtiva.
Depara desde logo com um problema: a informação biográfica disponível sobre os autores lusófonos em geral e portugueses em particular é quase sempre bem mais escassa do que a dos seus congéneres estrangeiros, sobretudo dos americanos. Como consequência, procurando neste momento por "Algarve" na base de dados do Bibliowiki, chega-se a apenas 18 pessoas e, entre estas, só 10 são autores de ficção (os restantes são tradutores, ilustradores, autores de não-ficção, etc.). Em parte, isto deve-se a não contar com os radicados, em parte deve-se a lacunas na informação do Bibliowiki, que ainda tem bastantes autores e obras em falta, mas, mesmo assim, entre os autores já presentes no wiki e que não dispõem de nenhuma informação biográfica, e são muitos, deve haver certamente algumas dezenas com relação com o Algarve.
Parte do objetivo do Fantástico Algarve é, pois, suprir essas lacunas. A outra parte é identificar mais rapidamente o conjunto de obras fantásticas (em sentido amplo, englobando o fantástico propriamente dito, o maravilhoso, a ficção científica, o horror, a fantasia, o surrealismo, etc.) produzidas, total ou parcialmente, por estas pessoas. E com o tempo, talvez seja possível encontrar o que há (ou não) de Algarve nelas.
terça-feira, 14 de maio de 2013
Algumas explicações e um pedido de opinião aos estimáveis leitores
Como isto no universo anda tudo ligado, uma conversa no twitter, há umas horas, deixou-me a pensar aqui na Lâmpada. Começou com uma queixa, algo do género de "mas como é que eu sei de que livros estás tu a falar, pá?" E na sequência descobri que alguns de vocês não repararam ainda no "bib" que aparece em muitas das minhas opiniões literárias, sempre logo a seguir ao título que costuma abrir o texto propriamente dito. Com link.
Por outras palavras, descobri que se calhar falta uma explicação sobre a existência e utilidade desse "bib." Então cá vai.
O "bib" (que é abreviatura de "bibliografia") aparece ao lado de textos ou publicações que já estão listados no Bibliowiki, e o link leva à página respetiva no wiki. Logicamente, dado o âmbito do Bibliowiki, só tem "bib" aquilo que se enquadra na literatura fantástica. E porque é que eu faço essa ligação? Porque o facto de ler o conto X na publicação Y não quer dizer que seja só aí que ele pode ser encontrado, ou porque lá por ter lido a edição Z do livro Tal não significa que só exista essa. Por isso, envio o leitor interessado para uma lista que, embora muitas vezes esteja incompleta, sempre lhe dá mais alguma informação e, com alguma frequência, alternativas para a obtenção das coisas. É também por esse motivo que, quando falo num conto, não identifico o livro onde o encontrei. Deixo isso para o apanhado geral, altura em que falo do livro (ou da revista, etc.), com links internos para as opiniões sobre as histórias (ou poemas, etc.) que fui publicando ao longo da leitura. E entretanto, os "bib" vão aparecendo, para que quem queira perceber de que livro se trata ou onde as coisas estão publicadas possa investigar por si mesmo.
OK, a ideia é esta. Mas que a malta não repare no "bib" diz-me que se calhar não resulta tão bem como seria desejável.
Quando comecei a usar este esquema, pensei em alternativas. A publicação de uma imagem pequena da capa do livro, revista, etc., em que o objeto da opinião se insere foi uma dessas alternativas, mas decidi não o fazer porque por um lado me dava mais trabalho e por outro colidia com a ideia do link para a bibliografia, associando demasiado, sob o meu ponto de vista, a obra a uma publicação específica. O mesmo que escarrapachar em cada opinião o nome da publicação.
Mas, lá está, se a malta não repara no "bib"...
Portanto estou num dilema. E quando se está num dilema nada melhor do que pôr a mente coletiva a funcionar. Que vos parece tudo isto? Já tinham reparado nos "bib"s? Costumam seguir os links? Já seguiram algum? E etc.
Respostas nos comentários, no twitter, no facebook, onde vos der na realíssima gana. E obrigados antecipados.
Por outras palavras, descobri que se calhar falta uma explicação sobre a existência e utilidade desse "bib." Então cá vai.
O "bib" (que é abreviatura de "bibliografia") aparece ao lado de textos ou publicações que já estão listados no Bibliowiki, e o link leva à página respetiva no wiki. Logicamente, dado o âmbito do Bibliowiki, só tem "bib" aquilo que se enquadra na literatura fantástica. E porque é que eu faço essa ligação? Porque o facto de ler o conto X na publicação Y não quer dizer que seja só aí que ele pode ser encontrado, ou porque lá por ter lido a edição Z do livro Tal não significa que só exista essa. Por isso, envio o leitor interessado para uma lista que, embora muitas vezes esteja incompleta, sempre lhe dá mais alguma informação e, com alguma frequência, alternativas para a obtenção das coisas. É também por esse motivo que, quando falo num conto, não identifico o livro onde o encontrei. Deixo isso para o apanhado geral, altura em que falo do livro (ou da revista, etc.), com links internos para as opiniões sobre as histórias (ou poemas, etc.) que fui publicando ao longo da leitura. E entretanto, os "bib" vão aparecendo, para que quem queira perceber de que livro se trata ou onde as coisas estão publicadas possa investigar por si mesmo.
OK, a ideia é esta. Mas que a malta não repare no "bib" diz-me que se calhar não resulta tão bem como seria desejável.
Quando comecei a usar este esquema, pensei em alternativas. A publicação de uma imagem pequena da capa do livro, revista, etc., em que o objeto da opinião se insere foi uma dessas alternativas, mas decidi não o fazer porque por um lado me dava mais trabalho e por outro colidia com a ideia do link para a bibliografia, associando demasiado, sob o meu ponto de vista, a obra a uma publicação específica. O mesmo que escarrapachar em cada opinião o nome da publicação.
Mas, lá está, se a malta não repara no "bib"...
Portanto estou num dilema. E quando se está num dilema nada melhor do que pôr a mente coletiva a funcionar. Que vos parece tudo isto? Já tinham reparado nos "bib"s? Costumam seguir os links? Já seguiram algum? E etc.
Respostas nos comentários, no twitter, no facebook, onde vos der na realíssima gana. E obrigados antecipados.
domingo, 19 de abril de 2009
Leitura muito recomendada a todos os interessados no Bibliowiki
Hoje passei a tarde a fazer algo que já planeava fazer há muito, muito tempo, mas que fui adiando por ter dado prioridade à introdução de dados no Bibliowiki. Trata-se de uma página em que o projecto é descrito e algumas das suas características enumeradas, e pretende ao mesmo tempo servir de guia para quem se interessa por ele e responder a algumas dúvidas que têm sido levantadas a seu respeito.
Embora seja ainda um trabalho em curso, julgo ser já de leitura obrigatória para todos os que se interessam pelo projecto, quer desejem colaborar, quer prefiram permanecer na condição de usufrutuário, para ficarem com uma ideia mais concreta sobre o que aquilo é, não é porque nunca foi seu objectivo ser, ou ainda não é.
Gostaria de aproveitar para pedir feedback. Depois de ler aquilo, e tendo em mente que os aspectos mais concretos sobre a edição do wiki ficam para outra página, que dúvidas continuam a ter? O que mais gostariam de saber? Podem responder aqui, ou clicar no link que diz "Corrigir e nova info", para o fazerem no próprio wiki.
Embora seja ainda um trabalho em curso, julgo ser já de leitura obrigatória para todos os que se interessam pelo projecto, quer desejem colaborar, quer prefiram permanecer na condição de usufrutuário, para ficarem com uma ideia mais concreta sobre o que aquilo é, não é porque nunca foi seu objectivo ser, ou ainda não é.
Gostaria de aproveitar para pedir feedback. Depois de ler aquilo, e tendo em mente que os aspectos mais concretos sobre a edição do wiki ficam para outra página, que dúvidas continuam a ter? O que mais gostariam de saber? Podem responder aqui, ou clicar no link que diz "Corrigir e nova info", para o fazerem no próprio wiki.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Site do mês
Porreirinho. Acabei de descobrir que o Bibliowiki é um dos três sites do mês de Fevereiro da revista "Os Meus Livros".
Escusado será dizer que o acho muitíssimo bem escolhido! Ou não fosse meu filhote.
Escusado será dizer que o acho muitíssimo bem escolhido! Ou não fosse meu filhote.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
O Bibliowiki também já funciona
É só para avisar que também o Bibliowiki já está a funcionar no seu novo endereço.
Notem, no entanto, que o endereço propaga mais depressa para alguns sítios do que para outros. Sei que ontem, várias horas depois de eu já ter acesso aos sites, ainda havia clientes do Sapo que não conseguiam chegar lá. Se for o vosso caso, terão de esperar que a propagação se conclua. Isso é das tais coisas que está completamente fora do meu controlo.
Notem, no entanto, que o endereço propaga mais depressa para alguns sítios do que para outros. Sei que ontem, várias horas depois de eu já ter acesso aos sites, ainda havia clientes do Sapo que não conseguiam chegar lá. Se for o vosso caso, terão de esperar que a propagação se conclua. Isso é das tais coisas que está completamente fora do meu controlo.
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
A morte do ficcao.online
Eis um post incomum neste blogue... um comunicado of sorts.
Olá a todos.
O ficcao.online morreu e desta vez não ressuscita. Paz à sua alma e adeus, definitivamente adeus.
A história conta-se duma penada: aqui há anos, um idiota qualquer decidiu que para se ter acesso a um endereço .pt eram necessárias uma série de burocracias que restringiam, na prática, o acesso a domínios em .pt às empresas. Mas, como é óbvio, muita gente tinha conteúdos para colocar na rede mas não tinha os documentos necessários para isso, e houve duas fugas possíveis: ou se contratava um domínio internacional, nomeadamente .com, ou .net, ou se usava um serviço de subdomínios que algumas empresas forneciam. Uma dessas empresas era a Caleida, e um dos subdomínios que ela fornecia era o online.pt.
Na FC portuguesa seguiram-se as duas abordagens: O tecnofantasia, por exemplo, escolheu um endereço .com. Eu, para os meus sites, preferi endereços em .pt e contratei o ficcao.online.pt
Há três dias, sem o mínimo sinal de aviso, o online.pt simplesmente desapareceu. Diz a entidade reguladora, a FCCN, que a Caleida foi avisada com meses de antecedência de que, por falta de documentação, não podia continuar a explorar esse domínio. Se é verdade ou não, não sei (mas, conhecendo a Caleida, com quem só continuava porque não me apetecia perder TODOS os links para os meus sites, não me custa nada a crer que sim), mas sei, e garanto, que da Caleida não se ouviu um pio acerca deste assunto. Silêncio absoluto.
Alguém aqui se comportou como um bebé irresponsável e devia apanhar uns valentes açoites. Certamente que a Caleida, porque o mínimo que uma empresa digna desse nome devia fazer era avisar os clientes da situação para que pudessem tomar medidas paliativas se assim entendessem, e provavelmente também a FCCN, pois não se entende porque é que depois destes anos todos se lembram de repente que a Caleida não pode explorar aqueles domínios, atirando para o lixo virtual centenas de sites por este país fora.
Mas quem se lixa é sempre o mexilhão, que apanha com as ondas em cheio na cara, sem hipótese de fugir.
E eu, mexilhão, vi-me de um momento para o outro sem sites e sem endereços de email. O ficcao.online foi um ar que se lhe deu.
Mas sou um tipo teimoso, e durante os últimos dias tenho andado absorvido com as burocracias e finanças daquilo que é preciso para que das cinzas do extinto ficcao.online nasça uma fénix com bom aspecto. E é isso o que posso agora anunciar.
Portanto, a partir de hoje, o site noticioso sobre a FC e o fantástico portugueses muda de nome e endereço. Os novos são:
ficcao com pt - http://ficcao.com.pt
Também a partir de hoje, o E-nigma passa a ter domínio próprio:
E-nigma - http://e-nigma.com.pt
Quanto ao Bibliowiki, amanhã ou depois estará também disponível em endereço próprio, que já está contratado, falta apenas que seja activado:
Bibliowiki - http://bibliowiki.com.pt
Quanto aos endereços de email, todos os de ficcao.online.pt estão mortos, claro. Ao longo dos próximos dias, consoante o tempo de que disponha (um tipo, afinal, trabalha), irei configurando novas contas e actualizando essa informação nos vários sites. Por enquanto, podem contactar-me pelo endereço do gmail, que é o único a funcionar.
Peço que se faça a maior difusão possível desta mensagem, para que os links que se quebraram sejam rapidamente reparados. E, embora vítima de irresponsabilidades e incompetências alheias (filme que conheço bem demais), peço-vos também desculpa pelo incómodo.
Obrigado
Jorge Candeias
Olá a todos.
O ficcao.online morreu e desta vez não ressuscita. Paz à sua alma e adeus, definitivamente adeus.
A história conta-se duma penada: aqui há anos, um idiota qualquer decidiu que para se ter acesso a um endereço .pt eram necessárias uma série de burocracias que restringiam, na prática, o acesso a domínios em .pt às empresas. Mas, como é óbvio, muita gente tinha conteúdos para colocar na rede mas não tinha os documentos necessários para isso, e houve duas fugas possíveis: ou se contratava um domínio internacional, nomeadamente .com, ou .net, ou se usava um serviço de subdomínios que algumas empresas forneciam. Uma dessas empresas era a Caleida, e um dos subdomínios que ela fornecia era o online.pt.
Na FC portuguesa seguiram-se as duas abordagens: O tecnofantasia, por exemplo, escolheu um endereço .com. Eu, para os meus sites, preferi endereços em .pt e contratei o ficcao.online.pt
Há três dias, sem o mínimo sinal de aviso, o online.pt simplesmente desapareceu. Diz a entidade reguladora, a FCCN, que a Caleida foi avisada com meses de antecedência de que, por falta de documentação, não podia continuar a explorar esse domínio. Se é verdade ou não, não sei (mas, conhecendo a Caleida, com quem só continuava porque não me apetecia perder TODOS os links para os meus sites, não me custa nada a crer que sim), mas sei, e garanto, que da Caleida não se ouviu um pio acerca deste assunto. Silêncio absoluto.
Alguém aqui se comportou como um bebé irresponsável e devia apanhar uns valentes açoites. Certamente que a Caleida, porque o mínimo que uma empresa digna desse nome devia fazer era avisar os clientes da situação para que pudessem tomar medidas paliativas se assim entendessem, e provavelmente também a FCCN, pois não se entende porque é que depois destes anos todos se lembram de repente que a Caleida não pode explorar aqueles domínios, atirando para o lixo virtual centenas de sites por este país fora.
Mas quem se lixa é sempre o mexilhão, que apanha com as ondas em cheio na cara, sem hipótese de fugir.
E eu, mexilhão, vi-me de um momento para o outro sem sites e sem endereços de email. O ficcao.online foi um ar que se lhe deu.
Mas sou um tipo teimoso, e durante os últimos dias tenho andado absorvido com as burocracias e finanças daquilo que é preciso para que das cinzas do extinto ficcao.online nasça uma fénix com bom aspecto. E é isso o que posso agora anunciar.
Portanto, a partir de hoje, o site noticioso sobre a FC e o fantástico portugueses muda de nome e endereço. Os novos são:
ficcao com pt - http://ficcao.com.pt
Também a partir de hoje, o E-nigma passa a ter domínio próprio:
E-nigma - http://e-nigma.com.pt
Quanto ao Bibliowiki, amanhã ou depois estará também disponível em endereço próprio, que já está contratado, falta apenas que seja activado:
Bibliowiki - http://bibliowiki.com.pt
Quanto aos endereços de email, todos os de ficcao.online.pt estão mortos, claro. Ao longo dos próximos dias, consoante o tempo de que disponha (um tipo, afinal, trabalha), irei configurando novas contas e actualizando essa informação nos vários sites. Por enquanto, podem contactar-me pelo endereço do gmail, que é o único a funcionar.
Peço que se faça a maior difusão possível desta mensagem, para que os links que se quebraram sejam rapidamente reparados. E, embora vítima de irresponsabilidades e incompetências alheias (filme que conheço bem demais), peço-vos também desculpa pelo incómodo.
Obrigado
Jorge Candeias
sexta-feira, 20 de julho de 2007
Que bom que é acabar as coisas que se começam
Quem chegou aqui ao blogue ao longo dos últimos tempos, achou-o imóvel. Congelado no tempo, numa paralisia que nem chegava à anemia. Parecia-se mais com a imobilidade de um cadáver. Mais um dos milhões de blogues mortos que há por essa internet fora, milhões de monumentos à brevidade dos entusiasmos humanos. Em especial os diletantes.
A primeira entrada visível na página, láááá ao fundo, data de 6 de Março. De então para cá passaram-se quatro meses e meio em que o ritmo de posts esteve entre o eventual e o imóvel. Lamento pela meia-dúzia de visitantes que vêem cá porque gostam de facto do blogue. Mas...
... mas a verdade é que nestes entretantos se passou uma semana de estaleiro, doente, sem conseguir fazer nada a não ser estar na cama. 800 páginas traduzidas. Dois contos escritos e revistos e um deles publicado. Duas mil novas entradas no Bibliowiki. A vida banal de todos os dias com as suas exigências banais (mas exigentes) de todos os dias. E mais algumas coisas de que provavelmente vos darei conta mais tarde.
Por mais que goste disto dos blogues e de blogar, e tenho de admitir que já gostei bastante mais, o tempo não estica. Tenta-se puxar por ele e falta sempre do outro lado, como uma manta demasiado estreita numa noite fria de inverno. E assim, o blogue parou. Diletantamente. Aqui, posso dar-me ao luxo de ser irresponsável à vontade para que não o seja também noutros sítios. Para que cumpra prazos. Para que avance com projectos (pelo menos até ficar farto de sabotagens vindas de onde não deviam vir). Para acabar as coisas que começo.
É que é bom acabar as coisas que se começam. Sabe bem. É como tirar um peso de cima, como respirar uma golfada de ar fresco, como todos os lugares-comuns que se costumam dizer nestas ocasiões, que apesar de serem lugares-comuns são todos verdadeiros.
Precisamente por isso, decidi há alguns meses que não me voltarei a meter em nada que não possa acabar. Sozinho, se necessário. Claro que há coisas que não têm um fim, que estão continuamente em fluxo, a menos que se decida "OK, não faço mais, acabou-se". Este blogue, por exemplo. Ou o Bibliowiki. Mas há coisas que só são, realmente, depois de acabarem, de ficarem completas e feitas, depois do último ponto final. É dessas que falo. É nessas coisas que não participarei nunca mais a menos que saiba que se for necessário as poderei levar a cabo sozinho. Nunca mais. A menos que me paguem. Bem.
Um gato que escalda uma vez é inexperente, duas é teimoso, mais é burro. E eu já sou gato burro há demasiado tempo. Basta.
E mãos à obra. Mãos à obra de terminar coisas que ficaram pendentes em parte porque devotei tempo e esforço a coisas que achava mais importantes mas não chegaram a lado nenhum por irresponsabilidades e diletantismos alheios. E mãos à obra do mais importante: o trabalho.
É que tenho aqui 300 páginas já começadas e à espera do tal ponto final, sabem? E mais 1000 (isso mesmo, mil) à espera de vez para começar.
Portanto, é bastante provável que a Lâmpada continue no ritmo actual, entre o parado e o imóvel. Lamento, caros amigos, mas como dizia o Zarolho (de que ouvirão falar um destes dias, adianto desde já... e não, não me refiro a este Zarolho), outros valores mais altos se levantam.
A primeira entrada visível na página, láááá ao fundo, data de 6 de Março. De então para cá passaram-se quatro meses e meio em que o ritmo de posts esteve entre o eventual e o imóvel. Lamento pela meia-dúzia de visitantes que vêem cá porque gostam de facto do blogue. Mas...
... mas a verdade é que nestes entretantos se passou uma semana de estaleiro, doente, sem conseguir fazer nada a não ser estar na cama. 800 páginas traduzidas. Dois contos escritos e revistos e um deles publicado. Duas mil novas entradas no Bibliowiki. A vida banal de todos os dias com as suas exigências banais (mas exigentes) de todos os dias. E mais algumas coisas de que provavelmente vos darei conta mais tarde.
Por mais que goste disto dos blogues e de blogar, e tenho de admitir que já gostei bastante mais, o tempo não estica. Tenta-se puxar por ele e falta sempre do outro lado, como uma manta demasiado estreita numa noite fria de inverno. E assim, o blogue parou. Diletantamente. Aqui, posso dar-me ao luxo de ser irresponsável à vontade para que não o seja também noutros sítios. Para que cumpra prazos. Para que avance com projectos (pelo menos até ficar farto de sabotagens vindas de onde não deviam vir). Para acabar as coisas que começo.
É que é bom acabar as coisas que se começam. Sabe bem. É como tirar um peso de cima, como respirar uma golfada de ar fresco, como todos os lugares-comuns que se costumam dizer nestas ocasiões, que apesar de serem lugares-comuns são todos verdadeiros.
Precisamente por isso, decidi há alguns meses que não me voltarei a meter em nada que não possa acabar. Sozinho, se necessário. Claro que há coisas que não têm um fim, que estão continuamente em fluxo, a menos que se decida "OK, não faço mais, acabou-se". Este blogue, por exemplo. Ou o Bibliowiki. Mas há coisas que só são, realmente, depois de acabarem, de ficarem completas e feitas, depois do último ponto final. É dessas que falo. É nessas coisas que não participarei nunca mais a menos que saiba que se for necessário as poderei levar a cabo sozinho. Nunca mais. A menos que me paguem. Bem.
Um gato que escalda uma vez é inexperente, duas é teimoso, mais é burro. E eu já sou gato burro há demasiado tempo. Basta.
E mãos à obra. Mãos à obra de terminar coisas que ficaram pendentes em parte porque devotei tempo e esforço a coisas que achava mais importantes mas não chegaram a lado nenhum por irresponsabilidades e diletantismos alheios. E mãos à obra do mais importante: o trabalho.
É que tenho aqui 300 páginas já começadas e à espera do tal ponto final, sabem? E mais 1000 (isso mesmo, mil) à espera de vez para começar.
Portanto, é bastante provável que a Lâmpada continue no ritmo actual, entre o parado e o imóvel. Lamento, caros amigos, mas como dizia o Zarolho (de que ouvirão falar um destes dias, adianto desde já... e não, não me refiro a este Zarolho), outros valores mais altos se levantam.
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