Mostrar mensagens com a etiqueta lâmpada mágica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lâmpada mágica. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Ponto

Este é mais rápido que o último, que não há muito a dizer, pois tudo correu basicamente como previ nele: passei este mês e picos a trabalhar na tradução do primeiro dos três livros que tenho para traduzir até fevereiro e a fazer muito poucas coisas além disso. O resultado é ter mantido tudo o resto congelado à espera que eu volte a emergir, com a exceção que previ em junho e, sim, houve interrupções também aí, o que teve como consequência um atraso de vários dias, que ainda perdura, no tratamento do material. Isto só não foi zandinguice da boa porque todas as previsões tiveram por base experiências passadas. Eu já sei com o que conto e até onde chegam as minhas forças.

Mas a tradução vai correndo bastante bem e estou bastante adiantado em relação aos prazos. Não é caso para abrandar muito, no entanto: eu tenho de me adiantar aos prazos dos dois primeiros livros para conseguir cumprir o terceiro; de contrário é completamente impossível. Mas sim, está por dias... dois ou três. Depois segue-se a revisão, que me vai dar muito mais trabalho do que é hábito, cá por uns porquês, e depois mergulho no segundo dos três.

Entretanto, mesmo não podendo abrandar muito, provavelmente poderei abrandar um bocadinho, em especial durante a revisão (sempre foi atividade que me cansa a cabeça muito depressa e tenho de fazer pausas frequentes para conseguir manter a concentração), o que significa que deverá recomeçar a aparecer por aqui um post ou outro dentro de alguns dias. Não serão diários ou quase, como é hábito quando estou mais desafogado; serão mais espaçados. Mas serão.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Ponto da situação

A menos que seja uma pessoa distraída, quem acompanha aqui a Lâmpada e o Bibliowiki já terá reparado que as coisas têm andado a meio gás, quando não é a menos que meio: o wiki desde o início de maio que não mexe, e a Lâmpada idem há meio mês. E eu achei boa ideia explicar porquê, tanto mais que é coisa que tenderá a prolongar-se.

É que estou mais ou menos como este tipo verde aqui ao lado.

Nos últimos tempos tenho tido uma tradução em mãos, que não só tem sido particularmente exigente (sabem que mais? Detesto quando as personagens dos livros que traduzo resolvem embarcar. Detesto de detestamento detestado.) como tem sido feita a um ritmo um pouco mais acelerado do que poderia ser porque eu pretendia tirar uns diazitos de férias antes de deitar mãos à próxima, cuja data de entrega estava estabelecida para outubro. Essa exigência, por um lado, e o adiantar de serviço pelo outro foram os principais motivos para ter deixado alguns dos meus projetos um pouco ao abandono, ainda que não tenham sido os únicos.

Mas ainda bem que fui adiantando serviço: é que de repente em vez de ter um livro para traduzir até outubro tenho três para traduzir até fevereiro.

Ou seja, estou cheio de trabalho, e vou continuar a estar nos próximos meses. Por um lado é ótimo: antes ter trabalho a mais que trabalho a menos (na vida de um freelancer as ocasiões em que temos precisamente a quantidade certa de trabalho não são muito frequentes; é um dos maiores problemas desta forma de ganhar a vida). Por outro, no entanto, isso leva ao congelamento de uma série de atividades não essenciais.

Ou seja: aqui a Lâmpada tem sofrido e deverá continuar a sofrer. Tenho uns quantos contos lidos à espera de opiniões, mais de 10 livros e periódicos idem aspas, e é bastante provável que não consiga escrevê-las tão cedo. Depende sobretudo da rapidez com que o próximo livro se deixe traduzir, a qual só conhecerei quando começar efetivamente o trabalho. Está por dias, que estou a acabar a revisão do que tenho em mãos. Felizmente (em certo sentido) pouco tenho lido nos últimos tempos além do material que tenho para traduzir, e portanto a lista de opiniões pendentes pouco cresce.

Daqueles posts com informações sobre os outros autores aceites na antologia Nanocuentos del Planeta Tierra (como este), então, nem se fala: não vou ter mesmo tempo para eles. Felizmente (de novo, em certo sentido) há grandes atrasos com a tradução de textos produzidos em algumas das línguas mais exóticas, e tudo tem sofrido adiamentos sucessivos por causa desses atrasos. E sim, também as mudanças relacionadas direta ou indiretamente com a criação da página Meus Livros, que não, ainda não acabaram, estão em banho-maria.

De igual modo, o Bibliowiki deverá continuar parado nos tempos mais próximos. Talvez haja alguns dias em que consiga ir introduzindo lá algum material, mas duvido.

Idem para a minha escrita de ficção. Tencionava descongelá-la este ano, e no inverno ainda escrevi dois ou três contos muito curtos e uns parágrafos de uma novela que continua incompleta, mas tudo indica que ainda não será desta. Isto apesar de ter voltado a apresentar textos a antologias...

(e há também um projeto de edição a que não tenho conseguido dedicar tempo quase nenhum... isto é, há se o editor ainda não se chateou de vez com os atrasos; se calhar já não há.)

A única coisa que pretendo manter realmente ativa é o Ficção Científica Literária. Interrupções no FCL geram muito rapidamente uma enorme acumulação de material por tratar, o que não convém nada. Mas mesmo isso poderá sofrer interrupções, se por acaso as necessidades no trabalho que paga o exigirem.

Em suma: tudo indica que me vão ver pouco por aqui nos próximos tempos.

Já agora, haveria interesse em pontos da situação periódicos? Coisas parecidas com esta? Digamos, uma vez por mês, ou assim? Isso talvez se arranjasse mais facilmente; afinal, é bem mais simples e rápido escrever um texto descritivo do que um texto opinativo, que exige reflexão. Digam coisas. Aqui, no twitter, no facebook, cara a cara, como vos der mais jeito.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Alterações na Lâmpada: página nova e reestruturação na coluna da direita

Um erro bizarro no meu alojamento web levou, por motivos que adiante se explicarão aos interessados que possa haver, a que eu finalmente fizesse aqui na Lâmpada algo que já estava planeado há muito mas uma combinação de preguiça e falta de tempo tinha impedido até agora: passar a lista de livros e publicações que costumava estar aqui ao lado na coluna da direita (e da qual ainda sobra um restinho no momento em que escrevo isto) para página própria.

Essa página chama-se Meus livros, apesar de não ser estritamente sobre os meus livros e sim sobre o que tenho publicado por aí, seja o que for e onde e como for (ainda que as traduções fiquem de fora). No momento em que escrevo isto ainda falta muita coisa, mas a ideia é ir completando à medida que o tempo o permita.

Incluo agora mais informações sobre cada publicação, que não cabiam na coluna da direita, incluindo as formas que conheça para as adquirir ou ler, e incluo também mais publicações (e irei incluir no futuro ainda mais) no que pretendo que acabe por ser um dia uma lista exaustiva. Um dia. A ver vamos quando.

E como a remoção dos livros dessa coluna deixaria o blogue desequilibrado, com a longa lista de etiquetas do lado esquerdo a pesar muito mais na balança do que as poucas coisas que restariam do lado direito, resolvi acrescentar à direita informação sobre os posts mais populares do último mês. E talvez venha a pôr lá mais coisas (ou a esticar a lista, se possível) quando o resto da informação sobre publicações for transferida para a página. Talvez. Se o fizer aviso.

Tem sido em parte por isto que a Lâmpada tem passado estes dias em ponto morto.

Quanto ao erro bizarro... pois os endereços bibliowiki.com.pt e e-nigma.com.pt decidiram sumir-se da web, por motivos que não cheguei a compreender. Certamente não foi nada que eu tivesse feito. Já está tudo resolvido, mas durante uns dias quem tentasse aceder a estes sites dava com o nariz na porta. Ora, a maioria das imagens que estavam ali na coluna ao lado estava alojada em e-nigma.com.pt e com o desaparecimento do site desapareceram também, daí eu ter achado que era melhor ter tudo centralizado no blogger, porque ao menos assim se desaparecer alguma coisa desaparece tudo ao mesmo tempo. E desse achamento a arregaçar finalmente as mangas para fazer isto foi um passito de nada.

E por agora é isto. Esperem alguma instabilidade no layout da Lâmpada nos tempos mais próximos enquanto vou transferindo o que falta para a página nova e me decido sobre o que vai passar a ocupar o espaço. E se estiverem interessados nas minhas coisas, vão visitando a página Meus livros, que ainda vai crescer bastante. Está ali em cima, no menuzito horizontal logo por baixo do título do blogue.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Mudanças?

Para quem não conhece, se calhar convém começar por explicar de quem vou falar a seguir.

O Jovem Conservador de Direita (perdão: o doutor Jovem Conservador de Direita) é um projeto de humor, carregado de ironia e sarcasmo e com muita, muita piada, que ganhou projeção no Facebook e chegou às páginas dos jornais (o Dr. JCD teve uma crónica semanal no i, se bem me lembro, e há vários artigos sobre ele; um exemplo; outro exemplo) e a livro, cuja capa decora este meu post. Não, não li; pelo menos não li todo. Li muitas das crónicas publicadas antes de ele sair e que julgo fazerem parte dele. E basta-me isso, francamente, para o recomendar.

Mas não é do livro que quero aqui falar, é de outra coisa.

Recentemente, o Dr. JCD foi alvo de um ataque concertado no facebook por parte da extrema-direita, incomodada (como de resto quase toda a direita e até a parte mais burra da esquerda, que não compreende que aquilo é humor) com a forma como é ridicularizada. Nada de invulgar nem de inesperado: a extrema-direita é assim e sempre assim será.

O que é invulgar e de certa forma inesperado é o Facebook ter aceite as queixas e eliminado a página do Jovem Conservador de Direita, sob a absolutamente ridícula desculpa de fazer "discurso de ódio". A personagem revelou-o no twitter, nestes moldes:


Ora bem, isto para mim marca uma fronteira. Se até agora tenho usado as redes sociais, em especial o twitter, para publicar algumas coisas, nomeadamente coisas mais afastadas dos livros, é muito provável que passe a fazê-lo cada vez menos e passe a usar as redes sociais cada vez mais em exclusivo para divulgar o que publico noutros sítios. Estar-se dependente de um instrumento que protege a extrema-direita (são às centenas os fachos e as páginas de fachos no facebook) e censura a sátira é, numa palavra, burrice. Não há outro termo. Portanto é muito provável que a Lâmpada vá deixar de ser o blogue quase exclusivamente de livros e leituras que tem sido nos últimos anos e passe a ser mais variado, como era no início, incluindo bastante mais política, humor, coisas pessoais, enfim, tudo aquilo que é o dia-a-dia de publicações nas redes sociais.

E mais: apelo a que todos façam o mesmo. Não que saiam das redes sociais (embora essa também seja uma opção, que de resto há bastante gente a tomar), mas que as usem de uma forma diferente. Principalmente, que não se limitem, que não se encarcerem publicando em exclusivo nas redes sociais, mas usem os blogues para publicar e as redes sociais apenas ou primordialmente para divulgar o que publicam. Assim, não só o material não se perde se alguma dessas redes se armar em parva como o facebook fez agora, como podem chegar a um público muito mais vasto publicando na internet aberta do que na cidadela cada vez mais fechada e cheia de bolhas de visibilidade e invisibilidade que são as redes sociais.

E isto tanto serve para o humor e a política como para os livros. Tanto serve para o facebook como para o goodreads ou o skoob.

Pensem nisso. Em tudo isto.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Algumas explicações e um pedido de opinião aos estimáveis leitores

Como isto no universo anda tudo ligado, uma conversa no twitter, há umas horas, deixou-me a pensar aqui na Lâmpada. Começou com uma queixa, algo do género de "mas como é que eu sei de que livros estás tu a falar, pá?" E na sequência descobri que alguns de vocês não repararam ainda no "bib" que aparece em muitas das minhas opiniões literárias, sempre logo a seguir ao título que costuma abrir o texto propriamente dito. Com link.

Por outras palavras, descobri que se calhar falta uma explicação sobre a existência e utilidade desse "bib." Então cá vai.

O "bib" (que é abreviatura de "bibliografia") aparece ao lado de textos ou publicações que já estão listados no Bibliowiki, e o link leva à página respetiva no wiki. Logicamente, dado o âmbito do Bibliowiki, só tem "bib" aquilo que se enquadra na literatura fantástica. E porque é que eu faço essa ligação? Porque o facto de ler o conto X na publicação Y não quer dizer que seja só aí que ele pode ser encontrado, ou porque lá por ter lido a edição Z do livro Tal não significa que só exista essa. Por isso, envio o leitor interessado para uma lista que, embora muitas vezes esteja incompleta, sempre lhe dá mais alguma informação e, com alguma frequência, alternativas para a obtenção das coisas. É também por esse motivo que, quando falo num conto, não identifico o livro onde o encontrei. Deixo isso para o apanhado geral, altura em que falo do livro (ou da revista, etc.), com links internos para as opiniões sobre as histórias (ou poemas, etc.) que fui publicando ao longo da leitura. E entretanto, os "bib" vão aparecendo, para que quem queira perceber de que livro se trata ou onde as coisas estão publicadas possa investigar por si mesmo.

OK, a ideia é esta. Mas que a malta não repare no "bib" diz-me que se calhar não resulta tão bem como seria desejável.

Quando comecei a usar este esquema, pensei em alternativas. A publicação de uma imagem pequena da capa do livro, revista, etc., em que o objeto da opinião se insere foi uma dessas alternativas, mas decidi não o fazer porque por um lado me dava mais trabalho e por outro colidia com a ideia do link para a bibliografia, associando demasiado, sob o meu ponto de vista, a obra a uma publicação específica. O mesmo que escarrapachar em cada opinião o nome da publicação.

Mas, lá está, se a malta não repara no "bib"...

Portanto estou num dilema. E quando se está num dilema nada melhor do que pôr a mente coletiva a funcionar. Que vos parece tudo isto? Já tinham reparado nos "bib"s? Costumam seguir os links? Já seguiram algum? E etc.

Respostas nos comentários, no twitter, no facebook, onde vos der na realíssima gana. E obrigados antecipados.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Dez anos

Hoje, a Lâmpada faz dez anos. Uma década inteira a blogar sobre o que me foi dando na realíssima gana. Ao todo, mais de 2600 mensagens, incluindo contos, poemas (ou algo de semelhante), parvoíces, muitas notas e opiniões de leitura, algumas opiniões sobre outras coisas que não a leitura, algumas alegrias, alguns desesperos, momentos de júbilo, momentos de indizível tristeza. Da mensagem de abertura, pouco resta; o blogue e o seu conteúdo foram mudando com o tempo, a pouco e pouco mas continuamente. Do homem que a escreveu resta o núcleo, ou se calhar mais do que isso. Não sei bem. Digam vocês.

Durará a Lâmpada mais dez anos? Não faço a mínima. Nem sei se eu duro mais dez anos, quanto mais a Lâmpada.

Quando chegar 30 de abril de 2023 logo se verá.

Até lá.

Ou não.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Para memória futura

Para memória futura, a Lâmpada Mágica, antes de me ver obrigado a alterar-lhe o template, era assim:


E foi mais ou menos assim durante quase 10 anos.

E era o único blogue em toda a blogosfera que era assim.

(sigh)

Mudanças na Lâmpada

Durante os próximos dias vão encontrar mudanças aqui na Lâmpada Mágica e, mais que provavelmente, alguma instabilidade na aparência do blogue. O motivo é simples: quando o Blogger instituiu os seus novos templates baseados em widgets este blogue já tinha suficiente customização para não ser de ânimo leve que eu encararia a mudança para um template inteiramente novo, com todo o trabalho que isso implicaria. E além do mais, tudo funcionava, com mais truque ou menos truque, portanto deixei-o como estava.

Mas agora deixou de funcionar. Ou por outra, agora reparei que algures no passado houve uma coisa importante que deixou de funcionar: o acesso às páginas etiquetadas com uma determinada etiqueta. Dantes, embora clicando numa destas etiquetas que estão por baixo dos posts se fosse parar a uma página com um número limitado de posts (25, creio), podia-se clicar ali ao lado, na lista de etiquetas, e saltar-se-ia para uma página longa, com até 400 posts etiquetados da mesma forma. Mas agora já não. O Blogger, não sei quando, fez uma alteração qualquer que fez com que esse truque deixasse de funcionar, o que tem como consequência prática que todas as páginas mais antigas, etiquetadas com etiquetas muito usadas, ficaram inacessíveis por essa via. Continuam acessíveis via arquivos gerais, mas é só. E ter acesso a elas através das etiquetas é-me muito útil, por vários motivos.

Portanto vou ter de mudar para um template novo. Com pena de perder as minhas velhas caixinhas azuis, que há tanto tempo me acompanham, e acima de tudo irritado porque o Blogger conseguiu transformar um sistema simples, com o qual bastava saber HTML e algum CSS para criar um template personalizado com bom aspeto e funcional, numa imensa confusão de widgets e códigos estapafúrdios, com muito poucos pés e cabeça que se vejam, e uma interface incompleta e ineficiente que só dá para mudar algumas coisas. Porra para o Blogger.

Mas lá terá que ser. As mudanças, por aqui, começam ainda hoje.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Este blogue está...

... em greve.

É só simbólico, num blogue como este que não tem atualizações diárias, mas os símbolos também valem alguma coisa.

Até quinta.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Pedimos desculpa por esta interrupção...

... o programa segue dentro de momentos. Literalmente.

Os blogues, particularmente os pessoais, são mesmo assim. Estão sujeitos às oscilações dos seus autores. Às vezes há uma pilha qualquer que se gasta e há que deixá-los de pousio durante uns tempos para que ela recarregue. Escrever todos os dias cansa, disse um dia alguém, e se é escrever o que põe o pão na mesa, mais um pouco escrever cansa. Tanto, que volta e meia há que parar. Há que entrar de férias. Se não do trabalho, pelo menos das escritas adicionais.

Mas todas as férias chegam ao fim. E esta chega hoje ao fim. A Lâmpada regressou, tal e qual como era dantes. Será como se nunca tivesse parado. Até já.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Transignorâncias: Compasso de espera

Tinha planeado, visto os feriados que se seguem coincidirem com fins de semana, publicar as transignorâncias desta semana e da próxima a meio da semana, por volta da quarta ou quinta-feira. Até já tinha texto pronto e tudo. Mas a verdade é que...

... nesta altura do ano ninguém as leria, não é? Não vale grandemente a pena estar a publicá-las agora se não vão ser lidas (ou pelo menos só o vão ser mais tarde), certo?

Então faz-se assim: faz de conta que o anúncio foi uma espécie de número zero e a coisa só começa mesmo a sério em 2012.

domingo, 4 de dezembro de 2011

A partir do próximo fim de semana, na Lâmpada

Henry Alfred Bugalho é indiretamente responsável por uma nova rubrica que irá começar a aparecer no próximo fim de semana aqui na Lâmpada. Isto porque comentou um post onde eu falei de um conto dele, que li há dias e de que não gostei mesmo nada, compreensivelmente pouco satisfeito, e levantando uma série de questões pertinentes. E eu comecei a responder ao comentário, também em comentário, até que a páginas tantas parei e pensei cá com os meus botões: não, assim não vamos lá. É preciso ir mais fundo do que isto. De modo que apaguei tudo e decidi fazer uma coisa que já andava com ideias vagas de fazer há algum tempo.

Um conjunto de posts regulares e mais desenvolvidos (e maiores) com opiniões sobre vários temas. Um tema por post.

Esses posts irão sendo escritos ao longo da semana, quando tiver tempo e disposição, e serão publicados durante o fim de semana, provavelmente ao sábado. Não garanto regularidade total, que não tenho vida para isso e porque é possível que alguns temas mais complexos me exijam mais do que uma semana para os tratar convenientemente, mas espero conseguir pôr cá um post na maioria dos fins de semana. Os primeiros serão em parte respostas às questões levantadas pelo Henry.

E por agora é só. O primeiro deverá aparecer no próximo fim de semana.

E uma etiqueta que os agrupe? Hm... 'xa cá pensar...

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mais coisas nas minhas presenças na web

Acabei de acrescentar ao post / à página sobre as minhas outras presenças na web, para lá deste blogue (caso não saibam o que é, cliquem onde diz "podem encontrar-me também aqui", ali à esquerda; ou então cliquem aqui), ligações para as páginas de autor de duas livrarias online com livros meus à venda: a Amazon e a Wook.

domingo, 3 de julho de 2011

Atualizados os conteúdos próprios na web

É só para informar que a página que criei há tempos aqui na Lâmpada com os meus conteúdos na web acabou de ser atualizada com novas ligações que remetem para as duas editoras onde tenho páginas de autor e também para a minha "loja" na lulu. Sempre que haja novas atualizações nessa página, surgirá por aqui um avisozinho destes.

terça-feira, 5 de abril de 2011

"Obrigado, malta" e o futuro próximo

Um último agradecimento ficou por fazer: a vocês. Todos os que me (nos) foram apoiando ao longo desta doença terrível, e me (nos) continuaram a apoiar quando ela teve o seu desenlace. Muito, muito obrigado.

Antes disto, eu só muito raramente dizia ou fazia alguma coisa quando alguém das minhas relações passava por aquilo que eu passei agora. Porque nunca sabia o que fazer ou dizer. Porque podia imaginar vagamente o que as pessoas estavam a sentir mas não sabia realmente, não tinha nenhum termo de comparação. Porque tinha receio de ser desastrado, de dizer ou fazer a coisa errada, de piorar as coisas. E porque pensava que, mesmo que não metesse os pés pelas mãos, não conseguiria realmente beneficiar em nada o outro. De que serve um "força" perante uma dor tão grande?

Pois bem, fiquei a saber que mesmo não servindo de muito sempre serve de alguma coisa. É verdade que às vezes reavivava a dor, mas também me deu uma noção bastante concreta de que toda a gente passa por isto, mais tarde ou mais cedo, e depois de passar continua funcional e razoavelmente sã. Que a ferida até pode nunca sarar mas pelo menos deixa de incomodar todos os dias. Que a ausência nunca desaparece, mas vai mudando de natureza com o passar do tempo, perdendo as bordas aguçadas e tornando-se mais suave. E isto foi muito importante ao longo do mês que passou, e tenho a certeza de que continuará a sê-lo daqui em diante. Por isso o meu obrigado a todos vocês. Vocês sabem quem são.

Aqui a Lâmpada vai regressar ao normal nos próximos dias, e só não o fez já porque tenho estado afanosamente a recuperar o atraso na atual tradução. Isso e a muita papelada que há que tratar na sequência de uma morte (e também a absoluta necessidade de dar uns passeios por aí, sair de casa, desopilar, ver que o mundo continua a ter beleza para ver) não me têm deixado tempo livre quase nenhum. Mas agora que o atraso está praticamente recuperado e tudo aponta para mais um prazo cumprido, está na hora de voltar cá. Não falo de leituras há três meses. E se é verdade que li pouquíssimo nestes três meses, não é menos verdade que entre ler pouquíssimo e não ler nada há alguma diferença. E tenho, claro, algumas coisas a dizer sobre o que fui lendo (e vamos ver se ainda me lembro de algumas dessas coisas). Contudo, devo também avisar que estou a reler a minha tradução de As Crónicas de Gelo e Fogo, e disso, como é óbvio, não falarei por cá. Ou seja: mesmo depois de recuperar o tempo perdido no que às notas de leitura diz respeito, elas serão, durante bastante tempo (os livros são vários e todos grandes), menos frequentes do que tem sido hábito. A Lâmpada regressará ao normal, sim, mas a um normal atenuado enquanto durar esta releitura.

Mas a despedida agora é até já. A gente vê-se em breve.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Pedimos desculpa por esta interrupção...

... o programa segue dentro de momentos.

A conjugação de uma tradução em fase de conclusão (concluída hoje, pim pam pum, fogo de artifício e acrobatas), tradução essa puxada por mais do que um motivo, com problemas familiares sérios e uma série de outras confusões, sarilhos e turbulências na vida offline levou à paralização deste blogue durante quase um mês. A gerência lamenta e promete despertá-lo muito em breve. Talvez ainda não para regressar à atividade normal, mas quase.

Até já.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Mudanças nos comentários, segundo passo

Recebi hoje o tal email da Haloscan a pedir dinheiro que já previa aqui. Consequência imediata: os comentários Haloscan desapareceram da Lâmpada.

A exportação dos comentários foi feita com sucesso e sem problemas, mas ainda não encontrei nenhuma maneira de os importar para o sistema do Blogger. Acho que é só uma questão de adaptar a espécie de XML que sai da exportação do Haloscan para o Atom que o Blogger utiliza, para poder depois fazer a importação, mas não encontrei na internet nenhum serviço nem programa que o faça. E sim, gastei já algumas horas à procura.

Se alguém souber de alguma coisa dessas, peço encarecidamente que me dê um toque para que eu proceda ao terceiro e último passo nas mudanças nos comentários. Até lá, os antigos terão de ficar aqui armazenados no meu disco. Em animação suspensa, digamos.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Início de mudanças nos comentários

Esta é para os raros gatos pingados que comentam aqui no blogue. Se olharem para baixo dos posts aqui da Lâmpada, verão que a partir de hoje há duas filas de links para comentários. Na de cima encontram-se comentários Blogger, recém-chegados aqui ao blogue; na de baixo continuam a ver-se os comentários do Haloscan que o têm acompanhado há anos.

Isto é um primeiro passo para transferir os comentários para o Blogger, abandonando o Haloscan. O motivo é simples: desde que a Haloscan foi comprada pela JS-Kit nunca mais houve a mínima mudança (exceto algumas mudanças pouco significativas... para pior) no sistema de comentários. O desenvolvimento está parado há anos, e só a inércia e uma grande dose de paciência me fez mantê-los por cá. Essa paciência já estava esgotada há meses, e como já há notícias sobre o que a JS-Kit pretende fazer (o que chegou ao Mug ainda não me chegou a mim, mas certamente chegará), está na hora de se sacudir também a inércia.

De modo que por enquanto ficam os dois sistemas instalados, mas eu aconselho vivamente a que todos comentem via Blogger a partir de agora. O outro sistema desaparecerá assim que eu arranjar maneira de importar os comentários para o sistema do blogger e tempo para o fazer.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Ponto da situação

Parafraseando "a malta", então é assim:

Os posts "semanais" na Lâmpada morreram. Paz à sua alma, etc. e tal e coiso. Foi um ar que se lhes deu. Puf.

Estou mais bem dispostinho: a família já sofre menos, embora ainda não se saiba o que causou o início de tudo isto, aquele mui assustador ataque de há semanas. Mas o tratamento vai resultando, e isso anima as pessoas. Ir-se tendo bons resultados nas análises — estão três feitas e a última marcada para amanhã, e de duas já se sabe o resultado; por agora, está quase tudo bem — também. Fica só aquele "mas que raio foi aquilo?" a remoer a mente, mas fica quase sempre sob controlo, bem guardado lá muito ao fundo do armazém de moléculas orgânicas a que chamamos memória.

As leituras vão passar a autonomizar-se. Acabo um conto ou livro, venho aqui dizer umas palavrinhas sobre ele, se tiver tempo, sem ficar à espera de que a roda da semana assente no sábado. E não, não tenho lido muito. Na verdade, tenho lido muito, muito pouco. Falta de tempo, sim, mas acima de tudo falta de disponibilidade mental. Fases.

Quem quiser saber como vão as traduções ou outros projetos, siga-me no twitter. De vez em quando sairão por lá umas notinhas sobre essas coisas. Por aqui será mais raro, mas não digo que não fale delas de vez em quando, em especial quando algum livro sair ou algum projeto for finalizado.

Ah, sim e reavivei o Thousands of Planets. Fui mais ou menos forçado a isso, conforme está explicado aqui. Se se interessam por planetas e sabem inglês, passem por lá.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

(De novo) segundo o acordo

Em tempos que já lá vão, decidi passar a escrever a Lâmpada segundo as regras do acordo ortográfico. Fi-lo para dar o exemplo, mostrando que o que muda, vistas bem as coisas, é quase nada. Mas entretanto a minha vida profissional tornou-se cada vez mais ligada ao uso escrito da língua portuguesa e, para evitar usá-la duma forma esquizofrénica, com umas regras aqui e outras nos livros que traduzo, abandonei o uso do português do acordo até ao momento em que me passassem a pedir as traduções feitas segundo essas regras.

Esse momento é agora. E por isso, a partir de hoje, a Lâmpada volta a ser escrita segundo as novas regras ortográficas da língua portuguesa.