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quinta-feira, 12 de maio de 2005
quinta-feira, 3 de março de 2005
As melhores bandas portuguesas: resultados
E finalmente saíram os resultados do desafio lançado pelo Pedro Mexia sobre as melhores bandas portuguesas. É uma lista interessante, mas deixa-me uma perplexidade: então e os Resistência?! E os Rio Grande?! E a Ala dos Namorados?!
É que são três grupos dos quais me esqueci mas que, provavelmente, fariam parte da minha lista caso me tivesse lembrado deles a tempo. Lembrei-me depois de enviar a lista para o Fora do Mundo (não deixa de ter piada enviar uma lista para fora do mundo), e ainda pensei em deixar aqui um post a propósito mas depois veio a tal tarefa e perdeu-se o timing certo, mas não me preocupei por aí além pensando que alguém se lembraria e me corrigiria o erro. Mas não. Nada, ou pelo menos muito pouco. Ter-se-ão esquecido, como eu?...
É que são três grupos dos quais me esqueci mas que, provavelmente, fariam parte da minha lista caso me tivesse lembrado deles a tempo. Lembrei-me depois de enviar a lista para o Fora do Mundo (não deixa de ter piada enviar uma lista para fora do mundo), e ainda pensei em deixar aqui um post a propósito mas depois veio a tal tarefa e perdeu-se o timing certo, mas não me preocupei por aí além pensando que alguém se lembraria e me corrigiria o erro. Mas não. Nada, ou pelo menos muito pouco. Ter-se-ão esquecido, como eu?...
sábado, 19 de fevereiro de 2005
As vinte melhores bandas portuguesas de sempre
Ó Mug, viste isto? O PM quer sugestões sobre as 20 melhores bandas portuguesas de sempre. Eu acho que não consigo chegar a 20. Não têm de ser de rock, pois não?
Sem ordem nenhuma, vamos lá a ver:
1 - Quarteto 1111
2 - Da Weasel
3 - Xutos e Pontapés
4 - Clã
5 - Madredeus
6 - Jafúmega
7 - Ornatos Violeta
8 - Enapá 2000
9 - ...
Hum... de certeza que daqui a bocado me lembro de mais alguns. Mas vai ter de ser daqui a bocado.
E, já no "daqui a bocado":
9 - Blasted Mechanism
10 - Rádio Macau
11 - Banda do Casaco
12 - Blind Zero
13 - ...
Hum... acho que agora só amanhã.
Sem ordem nenhuma, vamos lá a ver:
1 - Quarteto 1111
2 - Da Weasel
3 - Xutos e Pontapés
4 - Clã
5 - Madredeus
6 - Jafúmega
7 - Ornatos Violeta
8 - Enapá 2000
9 - ...
Hum... de certeza que daqui a bocado me lembro de mais alguns. Mas vai ter de ser daqui a bocado.
E, já no "daqui a bocado":
9 - Blasted Mechanism
10 - Rádio Macau
11 - Banda do Casaco
12 - Blind Zero
13 - ...
Hum... acho que agora só amanhã.
sábado, 13 de novembro de 2004
Não acredito!
Não acredito! Acabei de ouvir uma canção do Toy com um mínimo (mínimo, ok?) de bom gosto! Uma coisa em tom de blues slow, medianamente bem cantada e com uma guitarra que, apesar de convencionalíssima, lhe acaba mesmo assim por dar uma atmosfera agradável.
Será o crescimento da música pimba?
Será o crescimento da música pimba?
quinta-feira, 16 de setembro de 2004
Mais uma coisa que gostei de ler
Foi esta. Mas mais do que ter gostado de ler este texto o que realmente importa foi o que gostei de relembrar uma magnífica canção do Rui Veloso, esquecida num dos seus álbuns, e que sempre me fascinou pela maneira como foge dos padrões habituais das canções e pela maneira como a música se adapta ao texto.
A vida também é feita destes nadas.
A vida também é feita destes nadas.
quarta-feira, 17 de março de 2004
A formiga no carreiro
A formiga no carreiro
Vinha em sentido cantrário
Caiu ao Tejo
Ao pé dum septuagenário
Larpou trepou às tábuas
Que flutuavam nas àguas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Vinha em sentido diferente
Caiu à rua
No meio de toda a gente
Buliu buliu abriu as gâmbias
Para trepar às varandas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Andava a roda da vida
Caiu em cima
Duma espinhela caída
Furou furou à brava
Numa cova que ali estava
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
Zeca Afonso, claro. E, claro, a propósito do regresso deste gajo (qué das cedilhas, ó meu?), que só não trombeteei mais cedo porque tenho estado à espera a ver se é ou não sol de pouca dura. Parece que é sol que dura...
Vinha em sentido cantrário
Caiu ao Tejo
Ao pé dum septuagenário
Larpou trepou às tábuas
Que flutuavam nas àguas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Vinha em sentido diferente
Caiu à rua
No meio de toda a gente
Buliu buliu abriu as gâmbias
Para trepar às varandas
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
A formiga no carreiro
Andava a roda da vida
Caiu em cima
Duma espinhela caída
Furou furou à brava
Numa cova que ali estava
E de cima duma delas
Virou-se prò formigueiro
Mudem de rumo
Já lá vem outro carreiro
Zeca Afonso, claro. E, claro, a propósito do regresso deste gajo (qué das cedilhas, ó meu?), que só não trombeteei mais cedo porque tenho estado à espera a ver se é ou não sol de pouca dura. Parece que é sol que dura...
domingo, 7 de março de 2004
Declaração solene
Declaro aqui solenemente que a Ella Fitzgerald foi absolutamente genial. Absolutamente.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2003
sábado, 19 de julho de 2003
O Harém
Acabei de saber que a Sara Brightman levou o seu Harém (salvo seja) ao 13º lugar do top português.
Decididamente, um país que leva ao top uma versão de plástico da Canção do Mar, travestida com roupas árabes compradas do Wal-Mart e no Corte Inglés, e cantada muito pior do que qualquer das versões portuguesas que já ouvi (até mesmo as dos cantores amadores da Operação Triunfo), não é o meu país.
Quanto custará uma mudança de nacionalidade?
Decididamente, um país que leva ao top uma versão de plástico da Canção do Mar, travestida com roupas árabes compradas do Wal-Mart e no Corte Inglés, e cantada muito pior do que qualquer das versões portuguesas que já ouvi (até mesmo as dos cantores amadores da Operação Triunfo), não é o meu país.
Quanto custará uma mudança de nacionalidade?
sábado, 3 de maio de 2003
OT
Deixem-me confessar um dos meus prazeres culposos: sou espectador fiel da Operação Triunfo, um programa que funde conceitos como os de concurso, programa musical e big brother (na sua abjecta versão televisiva, não na sua extraordinária origem literária) num todo surpreendentemente coerente.
Para quem não conhece a coisa, dezasseis jovens e não tão jovens competem entre si e principalmente contra si próprios num esforço de melhoria das suas capacidades vocais, fechados num híbrido de casa-big-brother e escola de música, sujeitos domingo a domingo a serem postos na rua através da votação telefónica dos espectadores.
Há aspectos muito desagradáveis naquele programa, é verdade. Tudo o que ele tem de big brother me deixa no mínimo incomodado. As legiões de fãs fanáticos que gera também me deixam muito incomodado, até porque no fundo são esses fãs a principal razão que o programa tem para existir. São eles quem gasta dezenas de euros todas as semanas a votar nos seus "favoritos", ou a salvar da saída o concorrente A ou o concorrente B. São eles quem leva os discos aos tops. São eles quem compra o merchandising da coisa. E serão eles quem irá decidir, em última análise, se aquelas 16 pessoas terão ou não mais do que os seus 15 minutos de fama, se serão ou não esquecidas para sempre mal o programa acabe.
Mas apesar de tudo isto, gosto daquilo. Para começar, a escola de música é dirigida por uma enorme senhora da música portuguesa, a cantora jazz Maria João. E também, ou talvez principalmente, porque em cada um daqueles 16 se vê, por vezes em alguns, quase sempre noutros, brilhar bem forte o fogo do talento. E a mim, o talento comove-me.
Agora, o programa aproxima-se do fim. E eu começo a estar na expectativa. Não de quem vai ser o vencedor, porque para mim isso é inteiramente secundário e não tem o mínimo interesse. Mas sim acerca de quais daqueles jovens de olhos brilhantes irão manter esse brilho no olhar depois da OT.
É que neste país, o talento verdadeiro é quase sempre olhado com desconfiança e chega a ser activamente sabotado pela massa abjecta dos medíocres. E eu pergunto a mim próprio quantos daqueles rapazes e raparigas sabem disso. Quantos sabem que entraram voluntariamente numa máquina muito capaz de trucidá-los, mastigá-los e cuspi-los sem o menor remorso, sem um último olhar. E quantos, ao aperceber-se disto, são capazes de encontrar forças para se manterem puros.
É isto que me preocupa no pós-OT. E a vocês?
Para quem não conhece a coisa, dezasseis jovens e não tão jovens competem entre si e principalmente contra si próprios num esforço de melhoria das suas capacidades vocais, fechados num híbrido de casa-big-brother e escola de música, sujeitos domingo a domingo a serem postos na rua através da votação telefónica dos espectadores.
Há aspectos muito desagradáveis naquele programa, é verdade. Tudo o que ele tem de big brother me deixa no mínimo incomodado. As legiões de fãs fanáticos que gera também me deixam muito incomodado, até porque no fundo são esses fãs a principal razão que o programa tem para existir. São eles quem gasta dezenas de euros todas as semanas a votar nos seus "favoritos", ou a salvar da saída o concorrente A ou o concorrente B. São eles quem leva os discos aos tops. São eles quem compra o merchandising da coisa. E serão eles quem irá decidir, em última análise, se aquelas 16 pessoas terão ou não mais do que os seus 15 minutos de fama, se serão ou não esquecidas para sempre mal o programa acabe.
Mas apesar de tudo isto, gosto daquilo. Para começar, a escola de música é dirigida por uma enorme senhora da música portuguesa, a cantora jazz Maria João. E também, ou talvez principalmente, porque em cada um daqueles 16 se vê, por vezes em alguns, quase sempre noutros, brilhar bem forte o fogo do talento. E a mim, o talento comove-me.
Agora, o programa aproxima-se do fim. E eu começo a estar na expectativa. Não de quem vai ser o vencedor, porque para mim isso é inteiramente secundário e não tem o mínimo interesse. Mas sim acerca de quais daqueles jovens de olhos brilhantes irão manter esse brilho no olhar depois da OT.
É que neste país, o talento verdadeiro é quase sempre olhado com desconfiança e chega a ser activamente sabotado pela massa abjecta dos medíocres. E eu pergunto a mim próprio quantos daqueles rapazes e raparigas sabem disso. Quantos sabem que entraram voluntariamente numa máquina muito capaz de trucidá-los, mastigá-los e cuspi-los sem o menor remorso, sem um último olhar. E quantos, ao aperceber-se disto, são capazes de encontrar forças para se manterem puros.
É isto que me preocupa no pós-OT. E a vocês?
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