Um programador
afirma, sob juramento, ter escrito um protótipo de um programa que permite adulterar eleições realizadas electronicamente. Aconteceu mesmo? Não é possível saber. Mas que é perfeitamente possível que tivesse acontecido, pelos vistos, é indubitável. E tendo em conta a falta de ética (para não lhe chamar outra coisa) demonstrada em repetidas ocasiões por esta administração americana, parece-me até muito provável.
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