Páginas

sábado, 11 de julho de 2009

Semana

Esta semana foi... hm... estranha.

Começou com três dias de violenta constipação, que veio de braço dado com toda aquela palhaçada do fim de semana, e seguiu-se uma quantidade de outros estímulos daqueles que parecem postos de propósito à frente dos nossos olhos para nos pôr a pensar. O artigo do Luís Filipe Silva e as fotos da I Grande Guerra. Uma crónica (ou será post? Web log?) de Saramago em que ele discorre de forma para mim inesperada sobre o que é escrever e o que é traduzir. Uma coisa que se afirma, num artigo do Público sobre os resultados dos exames do secundário, por uma docente não identificada: os estudantes, diz ela, têm em comum "pouca riqueza de vocabulário" e "grande dificuldade em interpretar, decifrar, sentidos implícitos". E várias outras coisas. Não sei bem se foi uma semana particularmente rica em estímulos, se estive invulgarmente atento aos que surgiram. O que é certo é que foi uma semana passada com o cérebro a 200, sempre pronto a desatar a correr em todas direcções assim que surgisse uma oportunidade para isso. Houve dois resultados dessas correrias, este e este, mas ainda haverá pelo menos mais um. Resultados produtivos.

Mas também houve resultados improdutivos. Tanta reflexão (e a palhaçada do fim de semana também, naturalmente) gasta tempo e concentração, que não podem ser usados a ler ou a trabalhar no Bibliowiki. Como consequência, as leituras laborais avançaram mas bastante menos do que poderiam: o livro está mais ou menos meio lido, já sei onde vai ser dividido, e desta vez até haverá um final razoável para a primeira parte. Como consequência, o wiki esteve rigorosamente parado. E também como consequência, voltei a não terminar nenhuma leitura de lazer. É a vida.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Por motivos de spam persistente, todos os comentários neste blogue são moderados. Comentários legítimos passam, mas pode demorar algum tempo. Como sempre acontece, paga a maioria por uma minoria de abusadores. Parece ser assim que o mundo funciona, infelizmente.