Ainda na
mesma página, desce-se mais um bocadinho e encontra-se o décimo quinto conto. Intitula-se
Paisaje e foi escrito pelo argentino Claudio Alejandro Amodeo. É um pequeno conto escrito numa prosa bastante poética, com um ambiente mais surrealista do que propriamente fantástico, no qual a viagem no tempo não faz mais do que entrever-se. É também um conto bastante inconsequente, que acabou por não me dizer grande coisa. Não posso, portanto, dizer que gostei. Tem algumas imagens curiosas, mas pouco mais. Soube-me a pouco, e não por causa do tamanho.
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