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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Fui entrevistado. E não é peta de 1 de Abril.
Um curto intervalo na programação habitual para anunciar que o blogue Lydo e Opinado resolveu abrir o mês de Abril entrevistando-me. Na entrevista fala-se da minha atividade de tradutor, do meu trajeto até chegar à literatura, da minha escrita e de vários assuntos relacionados com a tradução e com a literatura de FC e fantástico. Podem lê-la aqui. E não se assustem com o cabeçalho!...
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
A entrevista
Quem está a ler isto no Odisseias Fantásticas provavelmente já sabe, visto que a coisa está publicada dois posts abaixo. Mas quem lê na Lâmpada ou nalgum feed RSS próprio provavelmente ainda não, de modo que cá vai.
Foi publicada ontem à noite (ou hoje de madrugada, não sei bem), no Correio do Fantástico, uma entrevista comigo. Nela fala-se de literatura fantástica em geral e do meu romance, Por Vós lhe Mandarei Embaixadores, de blogues e de publicação electrónica, de influências e atracções. Se quiserem saber o que penso sobre esses assuntos, basta seguir os links. Ou parte do que penso. Não é numa entrevista só que o tema se esgota, e ao relê-la não consegui evitar pensar "aqui podia ter dito mais isto ou aquilo" e "isto ficava mais claro se tivesse sido expresso assim ou assado". Mas uma coisa é certa, e aí temos uma vantagem inegável da publicação electrónica sobre a publicação em papel, ou mesmo a rádio e televisão: tudo o que eu escrevi em resposta às perguntas que me foram enviadas está lá, sem cortes nem amputações. Não são muitas as entrevistas dadas a outros meios em que se pode dizer o mesmo.
Foi publicada ontem à noite (ou hoje de madrugada, não sei bem), no Correio do Fantástico, uma entrevista comigo. Nela fala-se de literatura fantástica em geral e do meu romance, Por Vós lhe Mandarei Embaixadores, de blogues e de publicação electrónica, de influências e atracções. Se quiserem saber o que penso sobre esses assuntos, basta seguir os links. Ou parte do que penso. Não é numa entrevista só que o tema se esgota, e ao relê-la não consegui evitar pensar "aqui podia ter dito mais isto ou aquilo" e "isto ficava mais claro se tivesse sido expresso assim ou assado". Mas uma coisa é certa, e aí temos uma vantagem inegável da publicação electrónica sobre a publicação em papel, ou mesmo a rádio e televisão: tudo o que eu escrevi em resposta às perguntas que me foram enviadas está lá, sem cortes nem amputações. Não são muitas as entrevistas dadas a outros meios em que se pode dizer o mesmo.
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