Vida profunda foi o que encontraram num buraco escavado quase 4 km abaixo da superfície terrestre, na África do Sul. Bactérias, claro, mas umas bactérias especialíssimas que retiram a sua energia não do Sol, não de reacções químicas, mas do decaimento radioactivo das rochas no interior da Terra. Parece que estão isoladas do resto da biosfera há pelo menos três milhões de anos, se bem que a incerteza neste número é tão grande que pode chegar aos 25 milhões de anos...
Em tempos, pensou-se que toda a vida dependia do Sol para sobreviver. É com base nessa ideia que ainda hoje se procuram noutros locais indícios de vida. Mas essa parece ser cada vez mais uma ideia errada. O Sol limita-se a ser a fonte mais acessível de energia, nada mais.
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quinta-feira, 26 de outubro de 2006
domingo, 15 de outubro de 2006
terça-feira, 30 de maio de 2006
terça-feira, 3 de maio de 2005
Ah, pois... lá se foi mais uma boa história...
Afinal parece que os sapos explosivos não eram propriamente explosivos...
Estes cientistas são uns chatos. Mania de observar primeiro e tirar conclusões depois!...
Estes cientistas são uns chatos. Mania de observar primeiro e tirar conclusões depois!...
quinta-feira, 28 de abril de 2005
O estranho caso dos sapos explosivos
O que é porreiro na ciência é que até os fenómenos mais bizarros têm uma explicação perfeitamente banal, desde que seja possível estudá-los com atenção e cuidado.
O problema é quando não existe essa possibilidade, seja por que motivo for (ou porque o fenómeno é elusivo, ou quando o seu estudo aprofundado levanta problemas éticos inultrapassáveis, etc.). Nesses casos, temos fenómenos que vão alimentar procissões e santos milagreiros, o que muitas vezes tem a consequência desagradável de afastar do seu estudo toda a gente séria, pelo menos até que a solução surja sem ser chamada.
A natureza é assim: um lugar mais estranho que a ficção mais estranha.
Pelo menos durante algum tempo.
O problema é quando não existe essa possibilidade, seja por que motivo for (ou porque o fenómeno é elusivo, ou quando o seu estudo aprofundado levanta problemas éticos inultrapassáveis, etc.). Nesses casos, temos fenómenos que vão alimentar procissões e santos milagreiros, o que muitas vezes tem a consequência desagradável de afastar do seu estudo toda a gente séria, pelo menos até que a solução surja sem ser chamada.
A natureza é assim: um lugar mais estranho que a ficção mais estranha.
Pelo menos durante algum tempo.
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