quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Lido: Imprimátur

Imprimátur, do cubano Ángel Arango, é um continho surreal e poético sobre um homem feito de papel. Consiste na sua maior parte de uma conversa entre este, o seu inventor e uma terceira personagem que se deixa fascinar pelo invento. Não gostei lá muito. O conto pareceu-me muito bem escrito, sim, com um ou dois pormenores de deliciosa subtileza, é certo, mas não achei grande graça à ideia (não tanto à ideia do homem de papel, propriamente, mas ao modo como está enquadrada), e o final soube-me a pouco. Se quiserem, podem lê-lo aqui. É o último conto.

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