segunda-feira, 5 de abril de 2021

Escrita de março


Março foi mais um mês fraco, mas não tanto como os anteriores, e acabou por sê-lo em parte por culpa de eu ter passado a última semana doente e sem escrever uma linha. O resto do mês até viu progressos razoáveis no conto que já vem de fevereiro e está a transformar-se em noveleta; progressos que bastaram para fazer com que março tenha acabado por se tornar o melhor mês do ano até ao momento.

Mas foi um mês fraco, muito abaixo da produção média de 2020. Um pouco mais de 4700 palavras, quase todas aplicadas a essa história, não são nada de especial, e tornam-se ainda menos impressionantes tendo em conta que não houve qualquer espécie de revisão, ou outros trabalhos menos virados para o ato de escrever propriamente dito, a fazer reduzir o total.

É o que temos por estes dias, aparentemente. A motivação não é grande, os problemas são muitos e variados, e tudo se ressente. Mas adiante. As histórias continuam a querer sair, armadas em lava de vulcão islandês, e vão saindo, umas vezes mais depressa, outras mais devagar. No fim de abril logo se verá se o ritmo da erupção continua lento ou arranjou alguma maneira de acelerar. É mais que provável que este conto se deixe acabar durante este mês, transformado em noveleta mas ficando bastante longe da novela, mas probabilidade e certeza são conceitos diferentes. Veremos.

Se quiserem ficar por aí, no início de maio já saberemos.

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