quarta-feira, 2 de maio de 2018

Lido: Saltitantes Sentinelas

A, B e C estão ali (onde? que importa?) há dez mil milhões de anos ou, como se diz nas Américas, dez "bilhões" de anos. E quem diz dez diz vinte. Mas eis que surge alguém, que ninguém entende, uma criatura já não alfabética mas aritmética. E as coisas correm mal.

É mais ou menos disto que trata a vinheta Saltitantes Sentinelas de Luiz Bras, algo de semelhante a FC cósmica com o seu quê de cosmicómica (quem perceber a referência ganha 10 pontos), uma parábola sobre a sobreviência do mais forte. Ou um mero exercício de estilo, se preferirem encará-lo por esse prisma. Seja qual for o ponto de vista, julgo que será pacífico dizer-se que este é um daqueles textos experimentais cujo principal motivo de interesse está precisamente no experimentalismo. Há quem goste, há quem não goste; é a vida.

Eu? Eu estou algures no meio.

Textos anteriores deste livro:

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