segunda-feira, 25 de maio de 2015

Lido: Dagon, nº 0 (primeira parte)

E cá está a terceira (e última... ufa!) das leituras de 2014 que tinham ficado esquecidas. Esta vai seguir mais ou menos o mesmo esquema das outras, com umas alteraçõezinhas de pormenor por motivos que já perceberão. É que eu já tinha começado a ler este fanzine, há anos, depois abandonei a leitura e retomei-a, de início, no ano passado. De modos que...

Editorial, de Rita Comércio e Roberto Mendes. Já tinha lido e já tinha falado dele. Só tenho a referir agora que gostei, à segunda leitura, bastante menos do que à primeira. Lá está: é um risco.

Darwar de Celénia, de Pedro Ventura. Também já tinha lido e também já tinha comentado. E desta vez nem sequer tenho nada a acrescentar.

Entrevista a: Jorge Candeias!, por Roberto Mendes. Quem diabo é este gajo? E por que raio o entrevistam? Seja quem for, só diz asneiras. Pfff.

Segue-se uma crítica a Brisingr, do Paolini, que não li e não comento.

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