segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Lei(tur)tugas (literatugas?), última(?) iteração

Como seria de esperar, o meu último post sobre este assunto gerou mais uma série de conversas e perguntas, as quais levaram a mais algumas reflexões e estas a novos balizamentos do projeto, e estes levaram a mais este post. Idealmente, o último antes do arranque (que em parte por causa disso já não farei em novembro e sim em dezembro). Retoques que se façam necessários ou aconselháveis poderão ser feitos depois da coisa começar.

Comecemos pelo início, como é de bom tom.

O nome

Chamaram-me a atenção para um facto incómodo na ideia de chamar ao grupo LeiTugas: faz lembrar coisas de leis. É provável que sem aquela maiúscula ali no meio, e/ou sem a divisão entre "lei" e "tugas" no putativo logotipo, essa associação nunca tivesse surgido, mas é das tais coisas que depois de ver se torna impossível desver.

Ou seja: se calhar é melhor arranjar-se outro nome.

Uma ideia possível é esticar o nome original, para LeiturTugas. Tem uma vantagem: é palavra que não existe no google, pelo que seria muito simples encontrar-se as publicações integradas no grupo. Tem uma desvantagem: a ideia de leitugas surgiu por bastar mudar uma letra para se transformar em leituras (e vice-versa), e com leiturtugas essa associação imediata desaparece.

Ela manter-se-ia com LiteraTugas, que mudando uma letra se tranforma em literaturas. Desvantagens: existem alguns resultados no google, ainda que poucos e fáceis de diferenciar de coisas relacionadas com este projeto, e o nome deixa de ficar tão diretamente associado à leitura, passando a ser mais genérico.

Pessoalmente, talvez prefira LeiturTugas. E vocês?

E incluir mainstream e outros géneros?

Bem, a ideia era limitar a coisa à literatura fantástica, e eu prefiro que assim fique. Mas se a malta quiser mesmo incluir uma coisa ou outra de mainstream (ou de policial, literatura histórica e por aí fora) na parte de leituras sem FC, porque não? Suponho que os fãs de outros géneros fantásticos não gostem muito da ideia, mas como é possível que haja alguns leitores que gostem de ler ficção científica mas não sejam muito amigos de ler fantasia, horror ou outras vertentes do fantástico talvez faça sentido abrir-lhes as portas.

E a BD de FC? Está num bom momento...

Pois está. Por isso mesmo, parece-me, não precisa do estímulo de um projeto deste género para a espevitar. Além disso, vejo um obstáculo de monta à entrada da BD numa coisa destas: embora haja algumas pessoas que leem e opinam sobre BD concomitantemente à literatura, a maioria das publicações sobre BD, que eu tenha visto, fazem-se em veículos especializados, onde a literatura simplesmente não entra. Ora, se a ideia é estimular a leitura e comentário de obras literárias de FC portuguesa, permitir que a BD as substitua não me parece boa ideia.

Por outro lado, excluir pura e simplesmente a BD desta iniciativa também é capaz de não o ser. Portanto, proponho um compromisso: BD sim, mas integrada na parte das leituras sem FC, mesmo que a BD seja de FC.

Resumindo

Ou seja: a ideia retocada com os vossos comentários e perguntas será então ler e comentar, no mínimo:

- 6 ou mais obras literárias com FC por ano e
- obras literárias sem FC (com ênfase nos outros géneros especulativos) e/ou de BD em número suficiente para que, somadas às que têm FC, o total seja 12 leituras/comentários por ano.

(sendo que essas obras literárias tanto podem ser romances e outros livros como contos individuais.)

E quem só conseguir ficar-se pela versão light da coisa (leiturtuguinhas?), é igual, só que em vez de 6 são 3 e em vez de 12 são 6.

Estamos de acordo? Avançamos?

2 comentários: