Pouco percebo de poesia, mas sei que uma das necessidades da poesia é a precisão da linguagem e isto aplica-se tanto àqueles poemas com métrica, rima e demais camisas de sete varas quanto aos que se constroem com verso livro. E o David Rafael Silva não tem essa precisão na linguagem. Ou pelo menos não a teve quando escreveu sobre O Tapete Mágico (bibliografia). O resultado são uns versejos bem intencionados sobre o valor da imaginação para uma criança (e só, David?), consubstanciada nas histórias mágicas da fantasia, mas que não passam das boas intenções. As palavras não têm ritmo, não soam bem, são banais e, por vezes, algo desconexas; as rimas, que nem seriam necessárias, soam muitas vezes forçadas. E por aí fora. Este texto é mau.
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