sábado, 17 de junho de 2006
sexta-feira, 16 de junho de 2006
Absolutamente a não perder
Absolutamente a não perder por qualquer pessoa que goste do espaço é a maravilhosa imagem que a Astronomy Picture of the Day nos oferece no dia do seu 11º aniversário!
Obrigado!
Obrigado!
A verdade básica
Olha, Zarolho, tinha muitas coisas a dizer sobre o teu post. Tinha a apontar ao teu raciocínio fragilidades e contradições internas, embora o ache curioso. Mas não o vou fazer. Não importa. É irrelevante.
Porque a verdade básica, a verdade que realmente importa, é que todos somos apenas chimpanzés com a mania das grandezas.
Porque a verdade básica, a verdade que realmente importa, é que todos somos apenas chimpanzés com a mania das grandezas.
Mensagem acabada de enviar à Presidência da República
Ou melhor: mensagem acabada de enviar ao assessor responsável por ler o correio electrónico do presidente e deitar a maior parte dele para o lixo:
Um dos deveres do presidente da república é de zelar pela estabilidade e progresso da República Portuguesa. É por isso com uma dose assinalável de estupefacção que vejo que quando Cavaco Silva chegou a Belém o site do anterior presidente foi pura e simplesmente deitado para o lixo, o que não só demonstra uma completa indiferença pela estabilidade como constitui mesmo um sério retrocesso, dada a abissal diferença de conteúdos entre este site e o anterior, com clara desvantagem para o actual. Só para dar um exemplo, toda a importante informação sobre a bandeira nacional, tão em foco nos últimos tempos, está aparentemente perdida algures nas catacumbas do ciberespaço.
Quando um político quer ter credibilidade para contestar a tendência dos governantes nacionais para começar eternamente tudo de novo, arrasando o trabalho anterior e mantendo o país num estado de reinvenção permanente (ainda que dentro de limites bastante estreitos, infelizmente), deve começar por dar o exemplo na própria casa. E não é esse, longe disso, o exemplo que vejo aqui.
A Europa civilizada e a outra Europa
Euro 2004, jogo Portugal-Espanha. Nem o mais pequeno sinal de problemas.
Mundial 2006, jogo Alemanha-Polónia. Pancadaria da grossa. Centenas de idiotas presos.
É a "rivalidade histórica", dizem na TV. Vendo as coisas por esse prisma, dir-se-ia que não há "rivalidade histórica" entre Portugal e a Espanha. Dir-se-ia que não andámos também séculos à batatada, com passeatas ocasionais de exércitos por cá e também por lá (um facto pouco conhecido: enquanto que os espanhóis nunca conquistaram Lisboa, os portugueses conquistaram Madrid uma vez).
Dir-se-ia.
Também se dizem outras coisas. Diz-se, por exemplo, lá pela Europa hiperbórea, e também nesta Europa que se deleita a queixar da "choldra", que a Europa civilizada pára nos Alpes, nos Balcãs e nos Pirenéus (e mesmo os franceses, enfim...)
Diz-se.
As coisas que se dizem são um mundo dentro do mundo. E fora dele, são dez mundos.
Mundial 2006, jogo Alemanha-Polónia. Pancadaria da grossa. Centenas de idiotas presos.
É a "rivalidade histórica", dizem na TV. Vendo as coisas por esse prisma, dir-se-ia que não há "rivalidade histórica" entre Portugal e a Espanha. Dir-se-ia que não andámos também séculos à batatada, com passeatas ocasionais de exércitos por cá e também por lá (um facto pouco conhecido: enquanto que os espanhóis nunca conquistaram Lisboa, os portugueses conquistaram Madrid uma vez).
Dir-se-ia.
Também se dizem outras coisas. Diz-se, por exemplo, lá pela Europa hiperbórea, e também nesta Europa que se deleita a queixar da "choldra", que a Europa civilizada pára nos Alpes, nos Balcãs e nos Pirenéus (e mesmo os franceses, enfim...)
Diz-se.
As coisas que se dizem são um mundo dentro do mundo. E fora dele, são dez mundos.
quarta-feira, 14 de junho de 2006
O spam mais ridículo que recebi até hoje
Citação (quase) textual:
Fiquei sem saber é quem é que escreve os posts, se o senhor doutor director, se a sua secretária.
Exmo(a) Senhor (a)
O Director da Área de História, Prof. Doutor [nome omitido por pudor], da Universidade Lusófona, vem levar ao conhecimento de V. Exas. o Blog “Apostar na [omitido... pudor]”, onde encontrará opiniões e comentários aos acontecimentos políticos da nossa vida quotidiana.
[endereço do blog omitido por pudor]
Apresentamos os melhores cumprimentos
Pel’O Director
O Secretariado
Fiquei sem saber é quem é que escreve os posts, se o senhor doutor director, se a sua secretária.
terça-feira, 13 de junho de 2006
Bora partir coisas
Neste momento, www.gov.pt é domínio não encontrado. Não há governo. Vivemos numa anarquia. Bora partir coisas!
sábado, 10 de junho de 2006
sexta-feira, 9 de junho de 2006
As greves e as pontes
Será que os senhores sindicalistas são tão estúpidos que não compreendem que a sistemática marcação de greves para datas que, com a greve, geram uns diazitos de não-trabalho contínuo até pode aumentar o número dos que não põem os pés no local de trabalho, até lhes pode permitir assim inflacionar os números de uma pretensa "adesão" à greve, mas está a destruir a dignidade e a credibilidade desse modo de luta e a pôr cada vez mais gente contra os grevistas, indentificando-os como preguiçosos e oportunistas?
Será que são tão estúpidos que não compreendem que o recurso sistemático a este tipo de estratagemas rasteiros faz perigar, a médio prazo, o próprio direito à greve? Que qualquer dia teremos um demagogo qualquer a atirar para as greves a culpa do atraso económico português e o povo a aplaudi-lo? E a votar nele?
Será que são tão idiotas que não compreendem que greves dessas se tornam cada vez mais insignificantes como forma de pressão perante as entidades patronais? Cada vez mais irrelevantes? Cada vez mais encaradas como estratagema manhoso para obter uns diazitos de férias e não como manifestação de uma revolta legítima perante o que quer que esteja em causa?
Será que andam tão aparvalhados que nem se apercebem dos tiros que dão nos próprios pés?
Será que são tão estúpidos que não compreendem que o recurso sistemático a este tipo de estratagemas rasteiros faz perigar, a médio prazo, o próprio direito à greve? Que qualquer dia teremos um demagogo qualquer a atirar para as greves a culpa do atraso económico português e o povo a aplaudi-lo? E a votar nele?
Será que são tão idiotas que não compreendem que greves dessas se tornam cada vez mais insignificantes como forma de pressão perante as entidades patronais? Cada vez mais irrelevantes? Cada vez mais encaradas como estratagema manhoso para obter uns diazitos de férias e não como manifestação de uma revolta legítima perante o que quer que esteja em causa?
Será que andam tão aparvalhados que nem se apercebem dos tiros que dão nos próprios pés?
quinta-feira, 8 de junho de 2006
Já sentia falta de uma destas
Já nem me lembro quando foi a última vez que vi Portugal ser notícia pelas melhores razões.
quarta-feira, 7 de junho de 2006
Afinal...
... parece que ninguém deixou que os macacos tenham legalmente acesso a armas de guerra. Óptimo. Fico contente. É sempre bom que animais selvagens e perigosos sejam devidamente enjaulados.
Curioso fenómeno de certas discussões
Há discussões e conversas esclarecedoras e construtivas. Mas conversas como esta são bastante mais curiosas, porque são conversas das quais cada um dos interlocutores sai convencido de que acabou de trocar palavras com um rematado idiota, por maior que fosse o respeito mútuo à partida.
É fascinante.
É fascinante.
terça-feira, 6 de junho de 2006
A dúvida
Vendo a reportagem sobre os macacos nazis que está a dar na RTP uma dúvida me assalta: quem foi o atrasado mental que achou boa ideia fazer com que fosse possível que aqueles macacos tenham legalmente acesso a armas de guerra?
Recomendado...
... ler o post Ai Portugal, Portugal! escrito ali ao lado pelo Mug. E, claro, ouvir a canção do Palma que lhe emprestou o título. É que é bem capaz de ser a melhor canção que o homem fez até agora.
segunda-feira, 5 de junho de 2006
Ora porra!
Eu com um leve ataque de conjuntivite e um valente ataque de amigdalite que gera dor de cabeça e de garganta e nenhuma capacidade de trabalho, o meu pai com um valentíssimo ataque de conjuntivite depois de ter ido duas vezes ao laser por causa de um deslocamento de retina, a minha mãe com o coração a dar sinal da sua presença várias vezes ao dia, o meu alojamento web e correio electrónico com uma falha técnica desde manhã, deixando-me sem mail e sem poder actualizar o ficcao.online, a assitência técnica sem atender o telefone, deixando-me na dúvida se não serei forçado a procurar outro, perdendo meses de alojamento pago, o país na merda em que está...
Mas será que não há nada a funcionar bem, catano? Porra, que assim é demais!
Mas será que não há nada a funcionar bem, catano? Porra, que assim é demais!
Esqueletos no armário
Não importa saber se alguém tem esqueletos no armário. Importa, sim, saber quem os pôs lá, quando e como.
Cidades imaginárias
Há palavras portuguesas que davam óptimos nomes de cidades. Bacorada. Já viram bem? "Vim ontem de Bacorada", disse o meu primo ao sair do carro, "Aquilo é incrível. Nunca vi tanta gente junta!" Os habitantes de Bacorada seriam, suponho, os bacorenses, que bácoros fica demasiado sugestivo, muito embora uma bacorada (sem maiúscula) seja uma coisa própria de bácoros, esses mesmos. Também poderiam ser os bacoranos, ou os bacorinhas, mas bacoreiros já não me soa grande coisa por qualquer motivo obscuro.
Depois há a Calinada, cidade vizinha e com um nome ainda mais urbano. Calinada é mesmo nome de capital, lugar próprio de todos os gabinetes, ministérios e secretarias de estado, além do parlamento e dos órgãos máximos dos poderes judicial e eclesiástico. Os seus habitantes seriam, talvez, chamados calinadinos, e proavelmente haveria uma diferença assinalável entre os muitos habitantes e os poucos naturais que talvez se revestisse de roupagens linguísticas dando-se a estes últimos a designação de papossecos, já que é bem sabido que os naturais das cidades grandes têm sempre uma alcunha colorida.
Outro nome óptimo para uma cidade é Filha, mas aqui a palavra remete para uma cidade pequena de interior, aconchegada nas faldas de uma montanha, simultaneamente irrequieta e pouco desenvolvida, com uma população que esconde a tristeza em divertimentos simples e mais ou menos directos, pouco sofisticados. O que mais diverte os filhanos é causar dores nas cabeças de outros filhanos ou, melhor ainda, dos forasteiros.
Mais palavras boas para nome haverá, certamente. Aliás, aqui está mais um: Haverá. Haverá é uma cidade nova, em permanência de obras, rasgada por largas avenidas fechadas ao trânsito excepto aos fins de semana e feriados e pelos rugidos e batuques da construção civil. Haverá não tem habitantes: tem trabalhadores. E a sua bandeira ostenta, galharda, um capacete, um martelo e uma picareta sobre um fundo cor de barro.
Mas há um nome que me é bastante caro e não estou a ver aplicado a uma cidade. De todo. Não vejo carros a entrar e a sair de um lugar com esse nome, nem pessoas a caminhar pelos seus passeios. Nem sequer a vejo dividida em ruas, praças e becos sem saída. Não vejo um local onde ela possa erguer-se, não sou capaz de vislumbrar a sua geografia. Esse nome é Lâmpada Mágica.
Depois há a Calinada, cidade vizinha e com um nome ainda mais urbano. Calinada é mesmo nome de capital, lugar próprio de todos os gabinetes, ministérios e secretarias de estado, além do parlamento e dos órgãos máximos dos poderes judicial e eclesiástico. Os seus habitantes seriam, talvez, chamados calinadinos, e proavelmente haveria uma diferença assinalável entre os muitos habitantes e os poucos naturais que talvez se revestisse de roupagens linguísticas dando-se a estes últimos a designação de papossecos, já que é bem sabido que os naturais das cidades grandes têm sempre uma alcunha colorida.
Outro nome óptimo para uma cidade é Filha, mas aqui a palavra remete para uma cidade pequena de interior, aconchegada nas faldas de uma montanha, simultaneamente irrequieta e pouco desenvolvida, com uma população que esconde a tristeza em divertimentos simples e mais ou menos directos, pouco sofisticados. O que mais diverte os filhanos é causar dores nas cabeças de outros filhanos ou, melhor ainda, dos forasteiros.
Mais palavras boas para nome haverá, certamente. Aliás, aqui está mais um: Haverá. Haverá é uma cidade nova, em permanência de obras, rasgada por largas avenidas fechadas ao trânsito excepto aos fins de semana e feriados e pelos rugidos e batuques da construção civil. Haverá não tem habitantes: tem trabalhadores. E a sua bandeira ostenta, galharda, um capacete, um martelo e uma picareta sobre um fundo cor de barro.
Mas há um nome que me é bastante caro e não estou a ver aplicado a uma cidade. De todo. Não vejo carros a entrar e a sair de um lugar com esse nome, nem pessoas a caminhar pelos seus passeios. Nem sequer a vejo dividida em ruas, praças e becos sem saída. Não vejo um local onde ela possa erguer-se, não sou capaz de vislumbrar a sua geografia. Esse nome é Lâmpada Mágica.
domingo, 4 de junho de 2006
No top
Os 100 blogs portugueses mais antigos ainda em actividade
[...]
84º - e tudo era possível - 29-04-2003
85º - a lâmpada mágica - 30-04-2003
86º - abrupto - 06-05-2003
[...]
[...]
84º - e tudo era possível - 29-04-2003
85º - a lâmpada mágica - 30-04-2003
86º - abrupto - 06-05-2003
[...]
A Lâmpada Mágica, Julho de 2003
Mais um mês, agora Julho de 2003. Aproveito para deixar uma pequena nota: é provável que algumas destas categorias sofram alterações quando chegar a hora de fazer os índices de cada uma, ou seja, depois destes índices mensais estarem todos feitos. Não prevejo grandes alterações, mas como já tive algumas vezes dúvidas quanto ao lugar onde encaixar um ou outro post, talvez haja algumas.
Spamesia
57. Tu és quente!
58. Confiança
59. Não mais bichos a morder pontos
60. Esqueceu-se do chapéu de chuva
61. Uma mulher mais velha e solitária ainda gosta de sexo
62. É altura de conheceres o novo tu
63. Precisas de uma mudança?
64. Entrega discreta
65. Instale-se na internet
66. dtldrum dedugt
67. Nunca mais percas as chaves
68. Ficção
69. Abre-me
70. Cultiva-as
71. Ouviste as notícias?
72. A solução para a poluição
73. A descoberta da juventude
74. Requere-se uma resposta
75. O recuperador de tempo
76. São possíveis melhoramentos massivos
77. Despacha-te
78. Envolvido em plástico
79. Agora
80. !
81. Proposta
82. Conforme solicitado
Diversos
- Grande Carla Matadinho!
- A spamesia dava um livro?
- Sobre o papel dos críticos
- A spamesia dava um livro?
Este blog e os outros
- Em jeito de comemoração spamética
- Mais um FC-blogue?
- E, às tantas, tá aqui outro
- Há duas sem três?
- Linques - Local e Blogal
- Linques - Ambliguidades
Pico-entrevistas
- Pico-Entrevistas
- "Que porqueira de pergunta é essa?"
- Pico-entrevista ao MacJête, take two
- Pico-entrevista ao Hemogoblina
- Pico-entrevista ao Bloco-Notas
- Pico-entrevista ao Turista Acidental
- Pico-entrevista ao Socio[B]logue
- Pico-entrevista ao Prazer Inculto
Política
- Futurologia incongruente
- Como estaremos dentro de 20 anos?
- Independência para a Madeira, já!
FC&F
- Especialistas do poder
- E por falar em portimonenses, Bruce Sterling
Prémio ARGOS
- Este ARGOS e os outros (8)
Música
- O Harém
Humor
- Spumor
Livros
- <----- Os livros que estão ali
Intimidades
- Geo-Tremeliques
Spamesia
57. Tu és quente!
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60. Esqueceu-se do chapéu de chuva
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sábado, 3 de junho de 2006
A Lâmpada Mágica, Junho de 2003
Mais um mesito: Junho de 2003. Há precisamente três anos, portanto, publicou-se na Lâmpada o seguinte:
Spamesia
26. Não esperes até que a tempestade se aproxime
27. Os teus problemas com o carro acabaram, amigo
28. Melhor é maior
29. Fonte da juventude
30. Contacta-a
31. De um amigo
32. Acordo
33. Papá e mamã a fazer a filhinha
34. Calhaus
35. Acerca de ontem
36. Noites solitárias
37. Onde está?
38. Grandes notícias!
39. Reservar agora
40. Oh, sim, claro
41. Problemas com dívidas?
42. Está a ser vigiado?
43. Boa ideia
44. Vermelho especial
45. Onde és tu sexy?
46. Parece que dá certo
47. Bisbilhotice privada?
48. Querem ver isto?
49. Esqueceste-te de responder
50. Olá!
51. É demasiado grande para mim
52. Vagas abertas
53. Grito por assistência
54. Não acredito que te esqueceste!
55. Confidencial
56. Tire o melhor partido da sua experiência digital
FC&F
- E prontos, o Filipe Faria já não é o Tolkien português
- Xavi
- Há recordações que não se mexem
- Mais um! Mais um!
- Galxmente 3?
Prémio ARGOS
- Eu e o ARGOS
- Portugal e o ARGOS
- Este ARGOS e os outros (1)
- Este ARGOS e os outros (2)
- Este ARGOS e os outros (3)
- Este ARGOS e os Outros (4)
- Este ARGOS e os outros (5)
- Este ARGOS e os outros (6)
- Este ARGOS e os outros (7)
Tentativas de humor
- Ainda sobre spam
- Casos de polícias
Pérolas de sabedoria
- Pérolas de sabedoria (1)
- Pérolas de sabedoria (2)
- Pérolas de sabedoria (3)
- Pérolas de sabedoria (4)
- Pérolas de sabedoria (5)
- Pérolas de sabedoria (6)
- Pérolas de sabedoria (7)
- Pérolas de sabedoria (8)
- Pérolas de Sabedoria (9)
- Pérolas de sabedoria (10)
- Pérolas de sabedoria (11)
- Pérolas de sabedoria (12)
- Pérolas de sabedoria (13)
- Pérolas de sabedoria (14)
- Pérolas de sabedoria (15)
- Pérolas de sabedoria (16)
- Pérolas de sabedoria (17)
Este blog e os outros
- Que é feito do Cachapa?
- Ah!
- O Posto de Escuta escutou-me!
- A primeira vez nunca se esquece...
- Ele há cada um!...
- Um blog de serviço público
- Nada como uma polémica...
- O imperialismo das pérolas sabedoras
- Alguém precisa de uma transfusãozinha?
- Linques - MacJête
- Se a arrogância pagasse imposto...
- Curiosidades numéricas
- 2000 visitas
- Estão caladinhos, mas não por culpa minha
- Linques - ENE COISAS
- Linques - Incongruências
- Linques - Na Trilha de Möbius
Intimidades
- Post umbiguista auto e alo-crítico
Livros
- <--- Os livros que estão ali
Diversos
- E já agora, deixem-me cá auscultar a audiência
Spamesia
26. Não esperes até que a tempestade se aproxime
27. Os teus problemas com o carro acabaram, amigo
28. Melhor é maior
29. Fonte da juventude
30. Contacta-a
31. De um amigo
32. Acordo
33. Papá e mamã a fazer a filhinha
34. Calhaus
35. Acerca de ontem
36. Noites solitárias
37. Onde está?
38. Grandes notícias!
39. Reservar agora
40. Oh, sim, claro
41. Problemas com dívidas?
42. Está a ser vigiado?
43. Boa ideia
44. Vermelho especial
45. Onde és tu sexy?
46. Parece que dá certo
47. Bisbilhotice privada?
48. Querem ver isto?
49. Esqueceste-te de responder
50. Olá!
51. É demasiado grande para mim
52. Vagas abertas
53. Grito por assistência
54. Não acredito que te esqueceste!
55. Confidencial
56. Tire o melhor partido da sua experiência digital
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A Lâmpada Mágica, Abril e Maio de 2003
Uma das mais desagradáveis características do blogger é não permitir agrupar os posts por categorias, fazendo apenas arquivos "estúpidos", organizados cronologicamente. Quem quiser, com o Blogger, saber o que um determinado blog publicou numa determinada área, está feito ao bife, a não ser que o blogger (o tipo que faz o blog, não a empresa) seja previdente e agrupe as coisas ele próprio.
Pois bem, eu não fui previdente. Hoje, com mais de 1100 posts na Lâmpada, se quero encontrar alguma coisa vejo-me e desunho-me e muitas vezes desisto. Por isso decidi ir fazendo aos poucos uma série de posts-índice mensais, agrupados por temas. Com três anos de blog (e mais de 1100 posts) e pouco tempo disponível, é coisa para levar muito tempo. Mas espero que daqui a alguns meses já tenha tudo organizado por forma a criar uma espécie de "posts-página", um por tema, editáveis sempre que se torne necessário actualizá-los. Dentro de cada categoria assim criada, os posts estarão ordenados cronologicamente, do mais antigo (em cima) para o mais recente (em baixo), invertendo, pois, a ordem habitual nos blogues. Não gostam? Processem-me.
Mãos à obra. Hoje recuamos até aos mais longínquos princípios: Abril e Maio de 2003. São dois meses porque só houve dois posts em Abril.
Este blog e os outros
- Abertura
- Este é um blogue "tendencialmente canhoto"
- Mais um FC-blogue?
- A propósito de cabalas
- O meu primeiro blogger-spam
- A propósito da controvórsia do momento
Tentativas de humor
- A frase da Europa
- Uma entrada atípica
- A explicação de Portugal
- A explicação do Bibi
- Escritores fedorentos
- Feira do livro
Spamesia
1. Auto-fascinação cegante
2. Está feliz?
3. Dose digital
4. Seja
5. Novidades! Não perca!
6. Dá valor à sua saúde e bem-estar?
7. Olhe pela janela
8. Senti a tua falta
9. Nvite
10. Divirta-se
11. Thriller de casa de banho
12. Cansado?
13. iftern mudd
14. Lançamento na internet
15. Pílula azul?
16. Queres ouvir uma história?
17. Pensei que talvez precisasse disto
18. Aprovado
19. Força muscular aumentada
20. Não sei
21. Eh, tu
22. À procura do meu fósforo
23. Não sejas tonto
24. A gira estudante Sveta está muito chateada
25. Seis razões
FC&F
- Os pequenos prazeres inconfessáveis do Luís
- Mais depressa do que consigo lê-los
- Sinais do fim do mundo
- Podia realmente acontecer
- O fantástico está em alta?
- O Garth Nix...
- Um favorzinho
- Dois contos meus publicados
- O terceiro blog de um autor de FC português
- Novo E-nigma
Intimidades
- O braço partido
Internet
- Que tal vai esse código?
Música
- OT
Espaço
- Uma possibilidade em cem milhões
Política
- O que vale é que eles às vezes são muito incompetentes
- Nobel da paz para Adolf Hitler?
- Eis a Espanha a mostrar o caminho
Diversos
- Boa, Luís!
- A arte da Natureza
Pois bem, eu não fui previdente. Hoje, com mais de 1100 posts na Lâmpada, se quero encontrar alguma coisa vejo-me e desunho-me e muitas vezes desisto. Por isso decidi ir fazendo aos poucos uma série de posts-índice mensais, agrupados por temas. Com três anos de blog (e mais de 1100 posts) e pouco tempo disponível, é coisa para levar muito tempo. Mas espero que daqui a alguns meses já tenha tudo organizado por forma a criar uma espécie de "posts-página", um por tema, editáveis sempre que se torne necessário actualizá-los. Dentro de cada categoria assim criada, os posts estarão ordenados cronologicamente, do mais antigo (em cima) para o mais recente (em baixo), invertendo, pois, a ordem habitual nos blogues. Não gostam? Processem-me.
Mãos à obra. Hoje recuamos até aos mais longínquos princípios: Abril e Maio de 2003. São dois meses porque só houve dois posts em Abril.
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- Feira do livro
Spamesia
1. Auto-fascinação cegante
2. Está feliz?
3. Dose digital
4. Seja
5. Novidades! Não perca!
6. Dá valor à sua saúde e bem-estar?
7. Olhe pela janela
8. Senti a tua falta
9. Nvite
10. Divirta-se
11. Thriller de casa de banho
12. Cansado?
13. iftern mudd
14. Lançamento na internet
15. Pílula azul?
16. Queres ouvir uma história?
17. Pensei que talvez precisasse disto
18. Aprovado
19. Força muscular aumentada
20. Não sei
21. Eh, tu
22. À procura do meu fósforo
23. Não sejas tonto
24. A gira estudante Sveta está muito chateada
25. Seis razões
FC&F
- Os pequenos prazeres inconfessáveis do Luís
- Mais depressa do que consigo lê-los
- Sinais do fim do mundo
- Podia realmente acontecer
- O fantástico está em alta?
- O Garth Nix...
- Um favorzinho
- Dois contos meus publicados
- O terceiro blog de um autor de FC português
- Novo E-nigma
Intimidades
- O braço partido
Internet
- Que tal vai esse código?
Música
- OT
Espaço
- Uma possibilidade em cem milhões
Política
- O que vale é que eles às vezes são muito incompetentes
- Nobel da paz para Adolf Hitler?
- Eis a Espanha a mostrar o caminho
Diversos
- Boa, Luís!
- A arte da Natureza
sexta-feira, 2 de junho de 2006
A parvoíce legislativa
Lê-se, na resolução do conselho de ministros que aprova o Plano Nacional de Leitura, a seguinte "principal acção a desenvolver no âmbito do PNL":
E eu pergunto: blogs e chat rooms?! E então os sites? E as mailing-lists? E os fora? Em que é que o ficcao.online, que é um site noticioso organizado como um blog, é mais merecedor de apoio estatal do que o E-nigma? Porque é que uma chat-room qualquer no IRC, cheia de gente pateta que exkreve axim, deve ser mais apoiada que a lista [ficcao-cientifica] ou o Sci-Freaks?
Se querem apoiar conteúdos online, o que eu acho verdadeiramente útil dada a muito fraca qualidade dos conteúdos portugueses de internet e a conhecida incapacidade que têm os sites de gerar receitas próprias (embora tenha seriíssimas dúvidas quanto à capacidade do estado de distinguir o que é válido do que não é), porque não escrevem "conteúdos online" no raio do decreto em vez de discriminar conteúdos desta forma completamente arbitrária?
Em suma: que raio de parvoíce é esta?
f) O apoio a blogs e chat-rooms sobre livros e leitura para crianças, jovens e adultos.
E eu pergunto: blogs e chat rooms?! E então os sites? E as mailing-lists? E os fora? Em que é que o ficcao.online, que é um site noticioso organizado como um blog, é mais merecedor de apoio estatal do que o E-nigma? Porque é que uma chat-room qualquer no IRC, cheia de gente pateta que exkreve axim, deve ser mais apoiada que a lista [ficcao-cientifica] ou o Sci-Freaks?
Se querem apoiar conteúdos online, o que eu acho verdadeiramente útil dada a muito fraca qualidade dos conteúdos portugueses de internet e a conhecida incapacidade que têm os sites de gerar receitas próprias (embora tenha seriíssimas dúvidas quanto à capacidade do estado de distinguir o que é válido do que não é), porque não escrevem "conteúdos online" no raio do decreto em vez de discriminar conteúdos desta forma completamente arbitrária?
Em suma: que raio de parvoíce é esta?
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